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LOC.: O Governo Federal ampliou os investimentos em navegação interior na Amazônia Legal. A medida busca garantir o transporte de medicamentos, insumos e serviços públicos às comunidades ribeirinhas, onde o acesso terrestre é limitado.
A iniciativa contempla NOVE estados: Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do Maranhão.
O Ministério de Portos e Aeroportos, o MPor, em parceria com o Dnit, coordena obras estruturantes nas principais hidrovias da região. As intervenções incluem dragagem, sinalização e manutenção de canais nos rios Madeira, Tocantins, Tapajós e Solimões.
Também estão em expansão as Instalações Portuárias Públicas de Pequeno Porte, as chamadas IP4, que facilitam o embarque e desembarque de passageiros, insumos e produtos.
Para Bruna Denise Santoyo, coordenadora-geral de Navegação Interior da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação, os investimentos do Governo Federal já transformam a rotina de quem vive às margens dos rios da Amazônia.
TEC./SONORA: Bruna Denise Santoyo, coordenadora-geral de Navegação Interior da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação
"Quando investimos na navegabilidade dos rios, estamos fortalecendo uma cadeia logística que sustenta a vida das comunidades ribeirinhas. Cada metro dragado, cada sinalização instalada ou IP4 entregue melhora a regularidade, previsibilidade e segurança do transporte e garante que medicamentos, alimentos e equipes de saúde cheguem no tempo certo. É um trabalho técnico, mas que impacta diretamente a dignidade de quem depende do rio para tudo.”.
LOC.: Responsável pela assistência médica nas comunidades ribeirinhas, o Ministério da Saúde opera SESSENTA E NOVE Unidades Básicas de Saúde Fluviais.
São postos navegantes, equipados com consultórios, vacinas e equipes multiprofissionais.
Entre setembro de 2024 e agosto de 2025, essas unidades realizaram mais de TREZE MIL atendimentos por mês.
Reportagem, Maria Clara Abreu