Brasil - undefined·03 de setembro de 2018

Governo federal e bancos prometem ajuda financeira para reconstruir Museu Nacional

<p>Defesa Civil do Rio de Janeiro mant&eacute;m o local interditado, pois ainda h&aacute; risco de desabamento</p>

Por Agência do Rádio
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O ministro da Educação, Rossieli Soares, disse nesta segunda-feira (3) que o governo federal vai liberar, inicialmente, R$ 10 milhões para garantir a segurança do Museu Nacional do Rio de Janeiro, depois do incêndio que ocorreu neste domingo (2).

“Temos ações importantes de cercamento do local, de colocação de proteção para que não tenhamos desabamento, ou seja, um reforço das estruturas, para garantir que a estrutura seja preservada ao máximo possível, a cobertura para a proteção. Então, esses recursos, inicialmente, já serão disponibilizados para a Universidade Federal (UFRJ), que fará os trâmites para as contratações emergenciais que serão necessárias, de novo, respeitando os trâmites legais.”

Segundo o comandante do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, Roberto Robadey, parte do acervo foi resgatado.

“O prédio é muito antigo, nós retiramos algumas coisas, ainda quando o incêndio não estava completamente conflagrado em alguns ambientes. No primeiro pavimento, nós entramos, depois começou a desabar porque o incêndio já estava em cima, começou a desabar coisas e nós tiramos as equipes, mas dali tiramos muita coisa e lá dos fundos também.”

Funcionários que trabalhavam no museu removeram, nesta segunda-feira (3), restos de escombros, com o intuito de achar algum objeto de valor histórico. Normalmente, esse trabalho de rescaldo é feito só pelos bombeiros, mas, neste caso, como se trata de peças antigas, é preciso ter o acompanhamento de especialistas para que se faça a distinção de um simples resto de escombro para um artigo valioso.

O presidente Michel Temer anunciou também a criação de um grupo de bancos e empresas para financiar a reconstrução do museu. Fazem parte desta parceria a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, BNDES, Vale e Petrobras.

A Defesa Civil do Rio de Janeiro mantém o local interditado, pois ainda há risco de desabamento.

Reportagem, Cintia Moreira
 

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