TEC./SONORA: Luciana Albuquerque, secretária de vigilância em saúde (PE)
“Eles devem continuar cuidando de suas casas. Aqui em Pernambuco, a gente tem uma situação de estiagem, que as residências acumulam grandes quantidades de água. Os reservatórios de água são grandes, porque as pessoas precisam para suprir a falta d’água. Em cada reservatório desses, pode acumular muitas larvas do mosquito. Então, os reservatórios devem estar muito bem fechados e a população tem que, periodicamente, estar avaliando isso dentro de suas casas.”
TEC./SONORA: Marli Rosendo, agente de endemias de João Alfredo (PE)
“O mais preocupante aqui são os focos dentro das próprias residências. Muita larva, muito foco. Eles (moradores) falam: ‘A menina (agente) passou, mandou fazer isso, mas eu nem fiz, esqueci’. Se acomodaram mesmo. O povo relaxou.”