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LOC.: Os repasses do Fundo de Participação dos Municípios serão creditados nesta quarta-feira, dia 20, aos cofres das cidades brasileiras. A segunda parcela do mês soma mais de DOIS BILHÕES DE REAIS, com alta de cerca de NOVE POR CENTO em relação ao mesmo período do ano passado.
Neste decêndio, o estado de São Paulo fica com o maior volume de recursos, cerca de TREZENTOS E CINQUENTA E TRÊS MILHÕES DE REAIS. Entre os municípios paulistas contemplados estão Salto e São João da Boa Vista.
Na outra ponta, Roraima tem o menor repasse entre os estados, com aproximadamente UM MILHÃO E MEIO DE REAIS. Entre os municípios, Alto Alegre e Cantá estão entre os que recebem os maiores valores, por volta de CENTO E VINTE E QUATRO MIL REAIS cada.
O especialista em orçamento público, Cesar Lima, avalia que os repasses têm oscilado nos últimos meses, mas que este resultado foi positivo e acende um sinal de recuperação.
TEC./SONORA: Cesar Lima, especialista em orçamento público
“É um decêndio que vem quebrando uma série de decêndios de meio de mês com resultado geralmente abaixo do registrado no ano passado. Esse veio com um resultado maior do que o mesmo período de 2025. Vamos esperar que essa tendência se confirme para os próximos decêndios e que este ano seja bom para os municípios em relação ao FPM.”
LOC.: Apesar de o FPM ser destinado a todos os municípios brasileiros, parte das cidades está impedida de receber os recursos devido a bloqueios registrados no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal, o SIAFI.
A lista atualizada até 15 de maio inclui São Gabriel da Palha, no Espírito Santo; São Francisco do Maranhão, no Maranhão; Porto Real e Rio das Flores, no Rio de Janeiro; Guamaré, no Rio Grande do Norte; Caçapava do Sul, no Rio Grande do Sul; e Aquidabã, em Sergipe.
O FPM é uma transferência constitucional formada por parte da arrecadação da União com o Imposto de Renda e o Imposto sobre Produtos Industrializados. A distribuição leva em conta o número de habitantes, com dados atualizados anualmente pelo IBGE.
Reportagem, Marquezan Araújo