Saúde - undefined·17 de março de 2016

FORTALEZA (CE): Metade dos imóveis já receberam visita dos agentes de combate ao Aedes

<div><i>280 militares do Ex&eacute;rcito tamb&eacute;m est&atilde;o nas ruas da capital eliminando os focos do mosquito</i></div>

Por Agência do Rádio
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REPÓRTER: Todas as 27 capitais do país estão mobilizadas no combate ao Aedes aegypti, o mosquito transmissor da dengue, da febre chikungunya e do vírus Zika. Em todo município de Fortaleza, cerca de 50 por cento dos imóveis já foram vistoriados, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde. No estado do Ceará, Mais de dois milhões de imóveis alvos da ação foram vistoriados, segundo levantamento do Ministério da Saúde.
De um milhão e 100 imóveis registrados em Fortaleza, cerca de 550 mil já receberam a visita dos profissionais. A Capital cearense conta com dois mil e 600 agentes comunitários de saúde e mil e 600 agentes comunitários de endemias, para realizar as visitas e orientar a população sobre o risco das doenças que o mosquito pode transmitir. Cerca de 280 Militares do Exército também estão nas ruas da capital eliminando os focos do Aedes. A operadora de caixa, Zilar Cavalcante, moradora do bairro José Walter, um dos mais afetados pela infestação do mosquito, já teve a visita dos agentes. Ela elogia o trabalho dos profissionais, afirmando que muitas pessoas não conhecem o procedimento correto e eles dão todas as informações para combater o mosquito.
As ações para combater o Aedes em Fortaleza contam ainda com as escolas públicas e particulares. Além disso, carros fumacês e agentes com borrifadores estão percorrendo todo município. Mas, os moradores devem facilitar a entrada dos agentes nas residências e desenvolver as práticas de combate ao Aedes de forma rotineira.
A recomendação do Ministério da Saúde é que cada família dedique 15 minutos por semana para combater o Aedes, já que 70 por cento da população do mosquito nasce dentro de casa. Por isso, a participação da população é fundamental. Saiba mais na internet, no endereço combateaedes.saude.gov.br
Com colaboração de Augusto Aguiar, reportagem, Marquezan Araújo
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