TEC/SONORA: Argina Gondim, enfermeira voluntária fundadora da Associação de Amparo aos Pacientes com Tuberculose.
“Via os pacientes enfrentarem muito preconceito em fábricas, na escola, no próprio bairro, na família. Então, diante dessa situação, a gente resolveu fundar uma associação de amparo àqueles pacientes para ver se combatia o preconceito. Com o passar do tempo, a gente foi percebendo que entre a população em situação de rua acontecia mais óbito, mais abandono, mais preconceito.”
TEC/SONORA: Valdenir Andrade, paciente.
“A moça veio e falou que era um exame para saber se tinha Tuberculose, que era para as pessoas que estavam há mais de uma semana, duas, três semanas tossindo constantemente. O primeiro passo que eu tomei foi me informar com eles sobre como eu poderia fazer o tratamento. Foi quando eles começaram a me falar que eu teria que ir no posto fazer uns exames. Iam até onde eu me encontrava, levavam os remédios com a alimentação. Cheguei a querer desistir, mas eles insistiram. Concluí. E venci.”
TEC/SONORA: Raiane Martins, assessora técnica do Programa de Controle da Tuberculose da Secretaria de Saúde de Fortaleza.
“Nossas unidades, elas são preparadas. Nós atendemos de forma descentralizada, nós temos 110 postos de saúde e todos eles fazem o diagnóstico, o acompanhamento e o tratamento. Nós temos 450 equipes de Saúde da Família e nós temos investido bastante em treinamento desses profissionais. Nós temos também, na nossa rede, um laboratório municipal que atende toda nossa demanda de exames laboratoriais da Tuberculose.”