Saúde - undefined·11 de janeiro de 2018

FLORIANÓPOLIS (SC): Capital tem aumento no número de focos do mosquito transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya

<p>Florian&oacute;polis &eacute; o sexto munic&iacute;pio com maior n&uacute;mero de criadouros no estado</p>

Por Agência do Rádio
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O número de focos do mosquito transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya aumentou 44% em Florianópolis, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Durante todo o ano de 2016, 426 focos do mosquito foram identificados. Neste ano, até o início de dezembro, foram encontrados 461 focos. O aumento dos criadouros fez a capital subir uma posição no ranking dos municípios com maior número de focos do mosquito, onde passou a ocupar o sexto lugar e colocou a cidade em alerta para o risco de epidemia das doenças.Florianópolis é o sexto município com maior número de focos do mosquito no estado

A gerente substituta de Vigilância Epidemiológica de Florianópolis, Priscilla Valler, explica que, para combater os focos do mosquito, o município conta com o trabalho realizado por agentes, que, diariamente, visitam as casas dos moradores à procura de criadouros. Ela pede que a população colabore e abra as portas para os agentes. “O que a gente precisa da população é que, primeiro, que ela receba bem o nosso agente, que ela acate as nossas orientações. A gente está trabalhando fortemente para tentar diminuir os riscos de transmissão de Dengue, reduzir os impactos da Zika, da Chikungunya”, ressalta a gerente.

ÁUDIO: Acesse a versão desta notícia para emissoras de rádio

Em 2017, de 358 notificações de Dengue, apenas dois casos foram confirmados em Florianópolis. De Zika, foram 46 notificações e somente uma confirmação. Chikungunya teve 109 casos registrados e 75 confirmados. Nenhum dos casos confirmados das doenças foi contraído em Florianópolis.

A infectologista e consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia, Melissa Falcão, explica como diferenciar os sintomas da Dengue, Zika e da Chikungunya. “A principal característica da Chikungunya é a dor articular intensa e incapacitante. Da Zika, a vermelhidão no corpo com coceira, uma coceira muito intensa. E, a Dengue, a prostração, o cansaço no corpo, uma dor no músculo de uma maneira mais generalizada”, esclarece a infectologista.

Ao sentir qualquer um dos sintomas das doenças, como febre, dor de cabeça, no corpo ou nas articulações, procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima. E não se esqueça de fazer a sua parte. Evite deixar água parada em caixas d’água, pneus, calhas, garrafas e baldes. Lembre-se: um mosquito pode prejudicar uma vida. E o combate começa por você. Para mais informações sobre o assunto, acesse: saude.gov.br/combateaedes.

#combateaedes
 

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