Saúde - undefined·29 de dezembro de 2017

FLORESTA (PE): Município apresenta redução das três doenças transmitidas pelo mosquito

<p><span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt; text-align: justify;">Ol&aacute;, caro colega. Pensando em evitar a prolifera&ccedil;&atilde;o do mosquito da Dengue, a Ag&ecirc;ncia do R&aacute;dio, em parceria com o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, realiza uma campanha de conscientiza&ccedil;&atilde;o para incentivar a fiscaliza&ccedil;&atilde;o regular de poss&iacute;veis criadouros. Conversamos com o Fl&aacute;vio Laranjeira, coordenador de Planejamento da Secretaria de Sa&uacute;de, que explicou como os per&iacute;odos de estiagem interferem na infesta&ccedil;&atilde;o do mosquito. Tamb&eacute;m ouvimos o coordenador do Programa Nacional de Controle da Mal&aacute;ria e Doen&ccedil;as Transmitidas pelo Aedes, Divino Valero, que destacou que o lixo, quando descartado incorretamente, pode apresentar riscos. Podemos contar com a sua ajuda para divulgar esse material? Forte abra&ccedil;o.</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><span style="font-size:14.0pt;&#10;line-height:105%;font-family:&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;"><o:p></o:p></span></p><p>&nbsp;</p>

Por Agência do Rádio
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Em 2017, Floresta apresentou redução nos casos notificados das três doenças transmitidas pelo mosquito. De acordo com o coordenador de Planejamento da Secretaria de Saúde, Flávio Laranjeira, no ano de 2016, houve uma epidemia e foram notificados, aproximadamente, 600 casos de Dengue, Zika e Chikungunya. Em 2017, esse número caiu para seis notificações de Dengue e duas de Chikungunya. Para o coordenador, ainda falta conscientização da população para ajudar a combater os focos dentro de casa.

“Em todo o território nacional e, principalmente, nos municípios menores, a taxa de infestação do mosquito, ela é muito percebida em um número muito elevado nas residências. Acredita-se que o hábito da população de reservar água, principalmente nessas regiões que sofrem com longos períodos de estiagem, gera essa situação dessa alta taxa de infestação nas residências.”

O coordenador afirma que, com o início do período chuvoso na região, é esperado um aumento no número de recipientes com água. Por isso, o município já está em alerta para 2018. Para o coordenador do Programa Nacional de Controle da Malária e Doenças Transmitidas pelo Aedes, Divino Valero, a população também deve ter cuidado com o lixo descartado, pois esse material também pode ser transformado em criadouros do mosquito.

“O Aedes é conhecido como um mosquito doméstico justamente porque ele consegue se adaptar em tudo que o homem descarta. O que ele descarta? É o chamado lixo. É um copo, é uma latinha, é um balde velho, é todo e qualquer depósito que tenha, ou que possa conter água. Imagine chuva nesses depósitos que nós falamos agora. Todos eles viram maternidade de mosquito. Então, é fundamental que nós trabalhemos e cobremos e possamos contribuir para a diminuição desse tipo de lixo, desses tipos de reservatórios.”

Com medidas simples, você pode impedir que o mosquito se prolifere. Fiscalize acúmulos de água em pneus, garrafas, vasos de plantas, caixas d’água e baldes. Faça a sua parte e lembre-se de que um mosquito pode prejudicar uma vida e o combate começa por você. Para mais informações, acesse: saude.gov.br/combateaedes.

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