Brasil - undefined·19 de outubro de 2018

Filho de Bolsonaro diz que teve número de telefone banido pelo WhatsApp

<p>Declara&ccedil;&atilde;o foi feita um dia ap&oacute;s publica&ccedil;&atilde;o de reportagem sobre um suposto esquema de disparo em massa de not&iacute;cias falsas contra o PT</p>

Por Agência do Rádio
Ouvir · 00:01:59

Imagem não disponível

A imagem principal desta matéria não foi encontrada.

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.

O filho do candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro, o senador eleito pelo Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro, afirmou que teve o número de telefone banido pelo aplicativo WhatsApp. A declaração foi feita através do Twitter, nesta sexta-feira.

Na publicação, Flávio Bolsonaro escreveu: “A perseguição não tem limites! Meu WhatsApp, com milhares de grupos, foi banido do nada, sem nenhuma explicação! Exijo uma resposta oficial da plataforma".

O post do filho de Bolsonaro foi feito um dia depois de o jornal Folha de S. Paulo publicar uma reportagem sobre um grupo de empresários que teria financiado, de forma ilegal, campanha para disseminar mensagens falsas pelo WhatsApp contra o PT. O partido acusa Jair Bolsonaro de envolvimento no caso.

Nesta sexta-feira (19), um porta-voz do WhatsApp da sede da companhia na Califórnia, informou à BBC Brasil que a empresa não pretende restringir o encaminhamento de mensagens para até 5 pessoas ou grupo, medida adotada na Índia. Em junho de 2018, o sistema de envio de mensagens encaminhadas foi reduzido no Brasil para no máximo 20 contatos.

A Folha também informou que o WhatsApp enviou notificação extrajudicial para as empresas citadas na reportagem. Pela determinação, as companhias teriam que parar de enviar mensagens em massa e de utilizar números de celulares obtidos pela internet.

O caso envolvendo o WhatsApp, empresas privadas e Bolsonaro começou depois da publicação de uma reportagem da Folha de S. Paulo. Nesta quinta-feira (18), o jornal informou que um grupo de empresários teria financiado, de forma ilegal, uma campanha para disseminar mensagens falsas pelo aplicativo contra o PT.

O partido acusou Jair Bolsonaro de envolvimento no esquema e pediu ao TSE a inelegibilidade do candidato por oito anos. Bolsonaro disse que nega participação e o grupo político ligado ao ex-militar promete processar o PT e notificar as empresas envolvidas. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda não se manifestou sobre o caso.

Reportagem, Marquezan Araújo

#Eleições2018
 

SOBRE

Agência do Rádio

Ver todas as matérias
t-page