Saúde - undefined·17 de janeiro de 2017

FEBRE AMARELA: Combate à doença envolve quatro estados

Por Agência do Rádio
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TEC./SONORA: Rodrigo Said, subsecretário de saúde de Minas Gerais.

“No caso do controle da febre amarela, nós também temos o objetivo de evitar uma possibilidade de reurbanização dessa doença. De qual maneira? É através do controle do Aedes aegypti. Então, nas áreas urbanas, principalmente aqui na região metropolitana de Belo Horizonte, o controle do Aedes focado na Dengue vai possibilitar também pra gente a não ocorrência do ciclo urbano da febre amarela. Por isso é de extrema importância manter todas as ações de combate ao mosquito.”

TEC./SONORA: Danielle Grillo – Coord. Do Programa de Imunização da Sec de Saúde do Estado do Espírito Santo.


“Essa é uma recomendação nossa aqui no estado que o agente comunitário de saúde, principalmente na zona rural ele enquanto inserido na equipe de saúde realize a busca ativa de pessoas não vacinadas. Ele vai olhar o cartão de vacina, a gente fala de resgate de não vacinados. Essa busca é muito importante para que uma pessoa que não receba o chamado de vacinação e tenha necessidade de vacina fique de fora.”

TEC./SONORA: Alexandre Chieppe, Subsecretário de Vigilância em Saúde do estado.

“Estamos falando de uma vacinação, no bloqueio, de alguns municípios que envolvem toda a população entre nove meses e 60 anos de idade, salvo as contraindicações. Então, é um desafio muito grande para qualquer secretaria municipal de Saúde fazer uma vacinação desse porte. Então, vamos diminuir em etapas, mas cada secretaria municipal de Saúde tem autonomia para definir esse público alvo em cada uma dessas etapas, mas a expectativa é que a gente consiga vacinar esse público em um período que varia entre três e seis semanas. É um período bastante razoável considerando toda a logística envolvida na vacinação de um grande contingente populacional.”

TEC./SONORA: Ita de Cássia, Superintendente de Proteção da Saúde.

“Cada município desses, montou a sua estratégia. Vacinação pelas unidades básicas de saúde na zona rural, que é a população prioritária. Que está na mata por conta do risco da contração da febre, já que nós temos o Haemagogus nessas áreas. E nas cidades, a vacinação está normal. O posto fica aberto no horário normal.”

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