Educação - undefined·31 de agosto de 2018

Estudante do MT alia curso técnico ao Ensino Médio e sai da escola empregado

Por Agência do Rádio
Ouvir · 00:02:29

Imagem não disponível

A imagem principal desta matéria não foi encontrada.

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.

O desemprego entre os jovens do Mato Grosso é grande e, sabendo disso, o estudante Wytor Marcos da Paz traçou um plano para não entrar na parte negativa das estatísticas.


Ainda durante o último ano do ensino médio, Wytor resolveu fazer um curso técnico profissional para, assim, ter mais chances de concorrer a uma vaga no mercado de trabalho. O plano deu certo. Hoje, com 20 anos, Wytor Marcos da Paz trabalha como eletrotécnico, tem carteira de trabalho assinada e conta com benefícios, como plano de saúde, por exemplo. Ele lembra que o curso técnico profissional pode abrir as portas do emprego para quem, assim como ele, pretende trabalhar logo que sair do ensino médio.


“É um grande passo para jovens que estão terminando a escola, e alguns não sabem qual faculdade que vai seguir e o curso vem ajudar bastante."


De acordo o setor da indústria, um a cada três jovens não está avançando na escolaridade e na qualificação profissional, dificultando a inserção e a permanência dele no mercado de trabalho, como explica o Gerente de Educação e Cultura do SENAI, no Mato Grosso, Rubens Oliveira.


“A baixa escolaridade, essa baixa preparação contribui sim para que o jovem tenha mais dificuldade de acessar o mercado de trabalho e até concluir seu estudo seja no Ensino Técnico ou ensino superior.”


Rafael Lucchesi, diretor-geral do SENAI, defende a ideia de que é necessário incentivar os jovens brasileiros a buscarem qualificação, tanto para a melhora econômica quanto social do país.


“Precisamos fazer um grande esforço se queremos ajudar a agenda de inclusão social para o jovem brasileiro melhorar a produtividade do trabalho, para melhorar a possibilidade dos jovens se inserirem no mercado de trabalho, construírem seus projetos individuais e certamente gerar mais riqueza, bem-estar, competitividade para as empresas e para o país.”


18% por cento dos jovens entre 18 e 24 anos estão desempregados no Mato Grosso, de acordo com dados do IBGE. Além disso, 40% das empresas têm dificuldades para encontrar profissionais qualificados para vagas técnicas. De acordo com pesquisa publicada pela Fundação Dom Cabral, em 2016.


Com a colaboração de Cristiano Carlos, reportagem, Camila Costa

SOBRE

Agência do Rádio

Ver todas as matérias
t-page