TEC./SONORA: Alessandra Prezotti, diretora técnica do Hemocentro do Estado do Espirito Santo.
“Hoje nós temos quantidades suficientes de alguns grupos sanguíneos, como grupo A e o nosso estoque está bom no grupo B. Entretanto, todos os sangues de grupos negativos, A negativo, B negativo, principalmente o O negativo, a gente tem sempre o nosso estoque muito baixo. Então a gente está tentando desenvolver estratégias para que nós possamos trabalhar em cima da captação desses doadores, que são deficitários.”
LOC.: A diretora diz ainda que doar sangue é um ato de solidariedade. Quem concorda com essa definição é o bancário de 50 anos, morador da capital, Alvimar Rosetti. Ele já doou 41 vezes e segue ajudando as pessoas. Ele comenta que sempre pensava em doar, mas por conta de uma hepatite na infância, nunca havia realizado o procedimento. Após uma conversa com um amigo, que é médico, e exames realizados na triagem do hemocentro, ele descobriu que poderia ser um doador. Alvimar também incentiva as pessoas a participarem dessa ação.
TEC./SONORA: Alvimar Rosetti, bancário.
“Não importa qual for o seu tipo de sangue, né? A doação vai servir para alguma pessoa necessitada. Então, assim, doar sangue é salvar vidas. Tem muitas pessoas que não têm condição, que necessitam do sangue e para você não faz falta nenhuma. O seu organismo repõe isso rapidamente. No dia seguinte você está normal, dá para sair para trabalhar no outro dia. Eu faço isso, toda vez eu vou trabalhar, não tem problema nenhum. Então assim, doar sangue é doar vidas realmente.”