Com o passar do tempo, ela precisou fazer uma cirurgia de redução de mama, que, na verdade, por algumas complicações médicas, três cirurgias precisaram ser realizadas. E, ainda grávida, foi sugerido que ela introduzisse um leite artificial, caso não produzisse leite materno por conta da cirurgia. Mas ela se negou e decidiu amamentar Maria Luísa no próprio peito.
TEC/SONORA: Nicoli Pinheiro, 32 anos, aquaviária.
“Eu falava: ‘Não quero dar outro leite, quero dar o meu seio, tenho certeza de que ela não vai perder peso. Então, na maternidade, eu ficava com ela no colo o tempo inteiro. E o tempo inteiro dando o peito para ela. E ela teve alta com quase nada de perda de peso. Três dias depois quando a gente voltou para pesá-la, ela já tinha recuperado o peso de nascimento e já tinha ganhado 150g em três dias.”
TEC/SONORA: Mônica Pontes, responsável técnica pelo Banco de Leite Humano do Hospital Universitário de Vitória.
“Hoje, a ciência já comprova que a importância do leite materno vai além do aspecto nutricional para essa criança. Ele é importante tanto para nutri-lo como para garantir o seu desenvolvimento emocional, intelecto. Dando a ele uma qualidade de vida maior tanto a curto quanto a longo prazo.”
#EuAmamento