Educação - undefined·30 de dezembro de 2018

ENTREVISTA (BLC.2): Projeto educacional desenvolvido em escola de Feira de Santana é destaque nacional

<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: larger;"><span style="font-family: Arial;">Rompe Cabezas usa jogos eletr&ocirc;nicos para ensinar matem&aacute;tica aos alunos do SESI Jos&eacute; Carvalho. Conhe&ccedil;a.</span></span></p>

Por Agência do Rádio
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LOC.: Estamos de volta, eu sou Cristiano Carlos, e comigo está a professora de Matemática, da Escola SESI José Carvalho, de Feira de Santana, Aline Falconeri. O assunto da nossa entrevista é o projeto Rompe Cabezas que incentiva os estudantes a aprender matemática com uso de jogos eletrônicos. O trabalho foi reconhecido entre os melhores do país, na Rede SESI de educação. Professora Aline Falconeri, a Sra. percebeu melhoras no desenvolvimento dos alunos no estudo da matemática após a introdução da metodologia do projeto Rompe Cabezas?

TEC/SONORA: Professora da Escola SESI, de Feira de Santana, Aline Falconeri

“Sim, sim. Porque quando os jogos são elaborados por eles, para poder passar de fase, eles precisam saber calcular. Se eles não souberem o conteúdo, não tiverem domínio do conteúdo, eles ficam presos na fase e aí eles não conseguem avançar no jogo. Então, era necessário que eles buscassem, muita vezes, o material didático, o módulo que eles estavam utilizando para voltar a entender o conteúdo, para discutir entre a equipe novamente sobre o conteúdo que foi abordado em sala de aula, para conseguir resolver o problema proposto na fase do jogo, para eles poderem avançar no jogo. Então, houve uma aprendizagem nesse momento também, tanto na sala de aula quanto no laboratório.”

LOC.: Professora Aline Falconeri, o projeto desenvolvido pela Sra. é baseado na Educação STEAM, metodologia que incentiva o aprendizado com atividades práticas e de forma integrada, comum nas escolas SESI de todo país. A Sra. é a favor desse método?

TEC/SONORA: Professora da Escola SESI, de Feira de Santana, Aline Falconeri

“Com certeza. Nós precisamos educar os nossos alunos para serem protagonistas do saber deles. Não tem mais espaço para os alunos ficarem só em sala de aula passivos, onde só ouve, onde só escuta os professores. Eles precisam ser participantes no aprendizado. Então, toda a escola da Rede SESI participa dessa ideia, compartilha essa ideia por que o aluno precisa ser o protagonista do aprendizado.”

LOC.: Professora, como foi ter recebido a notícia de que o projeto desenvolvido na escola SESI de Feira de Santana foi reconhecido entre as melhores práticas de educação do país?

TEC/SONORA: Professora da Escola SESI, de Feira de Santana, Aline Falconeri

“Foi muito bom. Foi uma grande felicidade você ver o seu trabalho ser escolhido por que foi o destaque da minha região. Então, para mim, foi uma grande alegria poder representar a minha escola e o trabalho que eu faço na escola também. Para mim foi uma notícia que eu recebi com grande alegria. A direção nos dá todo o apoio, a direção trabalha sempre nos ancorando, nos dando todo apoio necessário para a gente desenvolver esse tipo de trabalho.”

LOC.: Mas, continua? O projeto teve avanços? O projeto continuou a ser aplicado em 2018 e tem propostas para 2019?

“Sim, continua. A gameficação é algo presente na nossa escola hoje em dia.”

LOC.: Eu conversei com a professora Aline Falconeri, da Escola SESI José Carvalho, de Feira de Santana. Professora, muito obrigado pela gentileza de ter nos atendido.

TEC/SONORA: Professora da Escola SESI, de Feira de Santana, Aline Falconeri

“Ok, obrigada.”

LOC.: Na Bahia, o SESI conta com nove escolas espalhadas por todo o estado. Em Salvador as escolas estão em Itapagipe, no Retiro e em Piatã. No interior, além de Feira de Santana, Candeias, Barreiras, Ilhéus, Luís Eduardo Magalhães e Vitória da Conquista também contam com escolas SESI, de ensino fundamental e médio. Para você que nos ouve, tudo de bom e até a próxima!

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