Educação - undefined·27 de setembro de 2017

Empresas brasileiras têm dificuldade para encontrar profissionais capacitados, aponta pesquisa

<p>De acordo com a pesquisa, o maior obst&aacute;culo das companhias &eacute; encontrar profissionais de n&iacute;vel t&eacute;cnico.</p>

Por Agência do Rádio
Ouvir ·

Imagem não disponível

A imagem principal desta matéria não foi encontrada.

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.

Nos últimos meses, os índices de empregabilidade no Brasil apresentaram resultados positivos na maior parte do país. Entretanto, pesquisas mostram que esse indicador poderia ser ainda melhor. Um balanço feito pela empresa multinacional de seleção e recrutamento ManpowerGroup, por exemplo, mostrou que 61% das empresas brasileiras querem contratar, mas a dificuldade de encontrar pessoas capacitadas é grande. De acordo com a pesquisa, o maior obstáculo das companhias é encontrar profissionais de nível técnico.

O deputado Federal Caio Narcio (PMDB-MG), membro da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, enxerga isso como um problema. Mas o parlamentar acredita que, com a proposta de capacitar estudantes, de acordo com as áreas de interesse deles, prevista na reforma do Ensino Médio, pode mudar esse cenário.

“Você dá opção para os alunos poderem escolher suas aptidões, aprofundarem nas áreas em que se sentem mais aptos a poder se especializar. Você vai sair com a mão de obra qualificada, mais profissionalizada. O ensino técnico é um ensino voltado para a prática do trabalho. Então essa mão de obra vai sair mais qualificada e bem mais preparada para o mercado de trabalho.”

A reforma apresenta um conjunto de novas medias para serem adotadas no ensino médio. A proposta flexibiliza a grade curricular, mantendo três disciplinas obrigatórias – língua portuguesa, língua inglesa e matemática. A diferença é que o novo modelo permitirá que o estudante escolha a área de conhecimento para aprofundar seus estudos.

A professora de português, Cláudia Porto, que trabalha em uma escola em Brasília – DF, afirma que não está totalmente por dentro do que está sendo proposto, mas pelo que já ouviu falar, ela acha que a reforma do ensino médio vem para facilitar a vida do estudante.

“O que li sobre o assunto, acho que vai dar certo, Acho que nós vamos facilitar para o aluno, porque a reforma do ensino médio vem para fazer com que o aluno trabalhe, aprenda e entenda o que ele tem mais afinidade.”

A MP do ensino médio foi elaborada em setembro do ano passado e durante o trâmite no Congresso Nacional recebeu mais de 560 emendas.

De Brasília, Marquezan Araújo
 

SOBRE

Agência do Rádio

Ver todas as matérias
t-page