Política - undefined·20 de setembro de 2018

Em crescimento, Bolsonaro e Haddad lideram intenções de voto à presidência

<p><span style="color: rgb(23, 57, 77); font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10.5pt;">Ciro Gomes alcan&ccedil;a 13%, tr&ecirc;s pontos percentuais abaixo de Haddad; Marina apresentou maior queda e chega a 7%</span></p>

Por Agência do Rádio
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O candidato Jair Bolsonaro (PSL) alcançou 28% das intenções de voto e segue em primeiro lugar na disputa presidencial; Fernando Haddad (PT) também subiu e chegou a 16%. Os dados são da pesquisa DataFolha divulgada na madrugada desta quinta-feira (20).
Na pesquisa anterior, divulgada no último dia 14, Bolsonaro tinha 26%. Haddad, com 13% do eleitorado, estava empatado com Ciro Gomes (PDT).
Geraldo Alckmin (PSDB) manteve 9% das intenções de voto. Já Marina Silva (Rede) segue em queda acentuada: na primeira pesquisa, em 22 de agosto, ela tinha 16% das intenções de voto e estava em segundo lugar contra Bolsonaro. Há dez dias caiu para 11%, depois 8%, e agora conta com apenas 7% das intenções de voto.
João Amoêdo (Novo) e Álvaro Dias (Podemos) têm 3% da preferência do eleitorado; Henrique Meirelles (MDB) alcança 2%. Vera Lúcia (PSTU) e Guilherme Boulos (PSOL) têm 1%, enquanto Cabo Daciolo (Patriota), João Goulart Filho (PPL) e José Maria Eymael (DC) não pontuaram.
Quando o assunto é nível de rejeição, Bolsonaro também é campeão. O candidato do PSL é rejeitado por 43% do eleitorado. Outros 32% afirmaram que não votariam em Marina Silva de jeito nenhum. As menores rejeições são as de João Goulart Filho (PPL), Álvaro Dias (Podemos) e João Amoêdo (Novo), todos com 15%.
Em um possível segundo turno entre Bolsonaro e Ciro Gomes, Ciro ganharia com 45% dos votos, enquanto Bolsonaro alcançaria 39%. Já em um cenário contra Fernando Haddad, o militar ficaria empatado: ambos com 41% do eleitorado.
A pesquisa DataFolha foi realizada entre os dias 18 e 19 de setembro e ouviu 8.601 eleitores em 323 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Reportagem, Ana Luiza de Carvalho


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