Mas, para tentar amenizar esse problema, uma plataforma eletrônica, chamada Busca Ativa Escolar, lançada nesta quarta-feira (31), pretende ajudar os municípios a identificar esses jovens e realocá-los no ambiente escolar.
Ítalo Dutra, chefe da Área de Educação do UNICEF, uma das instituições idealizadoras da plataforma, explica como funciona o projeto.
TEC./SONORA: Ítalo Dutra, chefe da Área de Educação do UNICEF no Brasil
“Funciona a partir da adesão do prefeito, que monta um time na gestão municipal para sair a campo e tentar identificar essas crianças que estão fora da escola. E a partir dessa identificação, produzir alertas que vão para esse sistema e vai ajudar a gerenciar o caso. Tanto para rematricular essa crianças, como para entender quais foram as causas que levaram essas crianças a saírem da escola.”
Ainda de acordo com Ítalo, um dos pontos que torna o projeto mais eficiente é que, no município não precisa ter rede de internet para a plataforma ser usada.
TEC./SONORA: Ítalo Dutra, chefe da Área de Educação do UNICEF no Brasil
“Pode ser feita tanto por SMS, por um celular que não seja smartphone e principalmente em lugares que não têm internet no celular, como também em um aplicativo de celular. Então nele, os agentes de campo podem ir nos lugares, produzir os alertas e depois, na visita às famílias, produzir um relatório.”
Reportagem, Marquezan Araújo