Educação - undefined·29 de setembro de 2015

EDUCAÇÃO: Currículo da educação básica deveria ter menos disciplinas, acredita especialista

<div><i>MEC est&aacute; recebendo pela internet sugest&otilde;es para a elabora&ccedil;&atilde;o da nova Base Nacional Comum Curricular do Ensino B&aacute;sico&nbsp;</i></div>

Por Agência do Rádio
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REPÓRTER: O ministério da Educação está propondo um novo currículo escolar para compor a educação básica no país. Até o dia 15 de dezembro é possível enviar ao ministério pela internet sugestões para as disciplinas e conteúdos que vão fazer parte da Base Nacional Comum Curricular do Ensino Básico. A medida está prevista no Plano Nacional de Educação. A proposta do MEC é que, 60 por cento do conteúdo da educação básica sejam padronizados. Ou seja, as escolas públicas e particulares vão ter que ensinar o mesmo conteúdo das áreas de linguagem, matemática e ciências humanas em todas as escolas do país. Os outros 40 por cento restantes do currículo vão ser preenchidos com disciplinas que valorizem a regionalidade de cada estado e município. Para o presidente da Câmara de Educação Básica, da Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino, a Confenen, a elaboração do currículo comum da educação básica é uma boa oportunidade para o MEC reduzir o número de disciplinas. Ele explica que a redução de disciplinas no currículo da educação básica pode ajudar o aluno a se preparar melhor para as fases futuras da formação.
SONORA: presidente da Câmara de Educação Básica, da Confenen, Samuel Lara
“A possibilidade de redução no número de disciplinas e que os conteúdos estivessem focados com maior objetividade para formação do aluno e não pensando na sua avaliação. O aluno termina o ensino médio sendo avaliado como se ele já tivesse que ter um conhecimento necessário ao ensino superior. Em verdade, ele estudou a base para ele entrar no ensino superior.” 
REPÓRTER: A proposta do MEC para o currículo comum da educação básica tem temas como sustentabilidade, tecnologia, educação financeira, questões dos direitos humanos e diversidade de gênero. O presidente da Câmara de Educação Básica, da Confenen, Samuel Lara, lembra que as escolas particulares se destacam no país por oferecer conteúdos complementares ao exigido pelo MEC, e por isso, é fundamental que as instituições continuem investindo no ensino para garantir ao aluno bom aproveitamento. 
SONORA: presidente da Câmara de Educação Básica, da Confenen, Samuel Lara
“O curriculo comum nacional, de nível nacional, a parte que é comum, é importante que ela seja a mesma para todos os estados da Federação. O diferencial da escola particular ele está não somente nas disciplinas, nos conteúdos complementares que ela oferece, mas está também na qualidade que ela tem do seu professorado e no investimento que ela faz para que possa realmente maior aproveitamento.”
REPÓRTER: Para conhecer as propostas do MEC para a Base Nacional Comum Curricular do Ensino Básico acesse na internet o endereço www.portal.mec.gov.br. As propostas das escolas particulares que foram entregues ao MEC estão disponíveis no site www.confenen.org.br
Com a colaboração de Vânia Almeida, reportagem, Cristiano Carlos
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