Educação - undefined·28 de março de 2017

EDUCAÇÃO: Audiência pública na Câmara discute Escola Sem Partido

Por Agência do Rádio
Ouvir ·

Imagem não disponível

A imagem principal desta matéria não foi encontrada.

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.

REPÓRTER: Uma audiência pública na Câmara dos Deputados discutiu, nesta terça-feira (28), pontos e questões do projeto de Lei Escola Sem Partido. A proposta prevê neutralidade política do Estado sobre a educação fornecida à     estudantes de todo o país.

A convite dos deputados Bacelar (PTN-BA), Creuza Pereira (PSB-PE) e do relator da proposta, Flavinho (PSB-SP), participaram do evento representantes de entidades civis, religiosas e educacionais como, por exemplo, a Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino, a Confenen. O diretor da entidade, João Luiz Cesarino apoiou a elaboração do projeto. Segundo ele. valores de ordem familiar têm precedência sobre a educação escolar quando se fala em aspectos relacionados à educação moral, sexual e religiosa.

SONORA:
João Luiz Cesarino, diretor executivo da Confenen

“Porque eu não estou aqui criticando A ou B nem defendendo C ou D. Eu estou defendendo o direito de cada um de manter e desenvolver aquela educação da sua casa que recebeu geração após geração. Nós não temos, como professores, nós não temos o direito de interferir nesses tema abstratos que só a família tem o direito de colocar os seus filhos. Essa é a neutralidade que eu quero defender”.

REPÓRTER:
Para ojornalista e escritor Leandro Narloch que também participou da audiência, o professor é um agente do estado, assim como qualquer outro, e por isso, não pode fazer propaganda partidária em sala de aula.

SONORA:
Leandro Narloch; jornalista e escritor
“Um chefe de Estado não pode sair por ai com um broche do seu partido, um professor não pode fazer proselitismo partidário na sala de aula. Esses professores geralmente são contra a privatização, mas agindo dessa forma eles estão privatizando o espaço público. O espaço que deveria ser para a aula de matemática, para a aula de ciências, mas está sendo usado, de modo privado, para suas convicções politicas particulares.”

REPÓRTER:
O projeto de Lei Escola Sem Partido segue sendo analisado por uma comissão especial da Câmara dos Deputados. Em caráter conclusivo, a medida será analisada pelas comissões de Educação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Reportagem, João Paulo Machado
SOBRE

Agência do Rádio

Ver todas as matérias
t-page