REPÓRTER: A Divida Pública Federal cresceu 2,53 por cento em fevereiro em comparação a janeiro e chegou a 2 trilhões e 819 bilhões de reais. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pelo Tesouro Nacional. O endividamento pode acontecer por meio da oferta de títulos públicos em leilões pela internet no Tesouro Direto ou pela emissão direta. Outro fator de aumento pode se dar pela assinatura de contratos de empréstimo. Para 2016, o tesouro fixou que a divida vai ficar entre três trilhões e cem bilhões de reais e três trilhões e trezentos bilhões de reais, segundo o Plano Anual de Financiamento. Os títulos prefixados são os que respondem pela maior fatia da dívida: 36,56 por cento em fevereiro, contra 36,08 por cento em janeiro. Para 2016 a estimativa é que representem entre 31 a 35 por cento da Divida Pública Federal. Já os papeis corrigidos pela inflação passaram de 33,05 por cento da Dívida Pública Federal. Ainda de acordo com o Tesouro Nacional os papéis corrigidos pela inflação, por sua vez, passaram a 33,05 por cento da dívida em fevereiro, abaixo dos 33,63 por cento em janeiro. A participação deles no estoque anual é projetada para ficar entre 29 e 33 por cento. Em fevereiro, os investidores estrangeiros diminuíram suas aplicações em títulos da dívida interna em 17,72 por cento contra 18,91 por cento em janeiro.
Reportagem, Vânia Almeida
Reportagem, Vânia Almeida