Educação - undefined·31 de agosto de 2018

Desemprego entre jovens em Roraima é agravado por refugiados da Venezuela

Por Agência do Rádio
Ouvir · 00:01:56

Imagem não disponível

A imagem principal desta matéria não foi encontrada.

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.

Cerca de 25% dos desocupados em Roraima são jovens entre 18 e 24 anos. A realidade é crítica e pode ser ainda pior, segundo a coordenadora técnica da Federação das Indústrias do Estado de Roraima, Karen Aline Telles Zouein, devido ao grande número de refugiados venezuelanos que chegam diariamente ao estado.

“Vimos que o estado não tem condições de acolher nem os 11,2% que existem daqui, de brasileiros, tampouco de absorver toda essa demanda de pessoas oriundas da Venezuela que vem buscar uma oportunidade.”

Especificamente entre a população de Roraima, os jovens na faixa etária de 14 a 24 anos representam mais de 45% do total de desocupados.

Mudar a matriz educacional do país, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), será um desafio, proposto pelo setor produtivo como agenda para os presidenciáveis nos próximos quatro anos; e um meio para reverter o cenário da desocupação em Roraima e no restante do país.

A reestruturação - e implantação - do novo Ensino Médio é uma das apostas do setor produtivo para melhorar a engrenagem educação, qualificação e empregabilidade, observa o diretor-geral do SENAI, Rafael Lucchesi.

“A visão nossa, da Confederação Nacional da Indústria, vai muito nessa direção de estabelecer uma agenda que seja importante para a realidade brasileira, para os problemas que nós temos hoje de juventude no país. Nós temos um grande contingente de jovens que são vítimas exatamente dessa baixa capacidade de diálogo entre o nosso modelo educacional e as opções e projetos de vida dos jovens que passam pela escola.”

Reportagem, Camila Costa
 

SOBRE

Agência do Rádio

Ver todas as matérias
t-page