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LOC.: O Brasil deve registrar cerca de UM MILHÃO E OITOCENTOS MIL casos prováveis de dengue em 2026.
A projeção é do InfoDengue-Mosqlimate, iniciativa da Fundação Getulio Vargas em parceria com a Fiocruz.
A estimativa considera o período entre 3 outubro de 2025 e 5 outubro de 2026. O cálculo é feito por um modelo estatístico do tipo ensemble — que reúne diferentes métodos de previsão para aumentar a precisão dos resultados.
Segundo o estudo, cerca de CINQUENTA E QUATRO POR CENTO dos casos deve se concentrar em São Paulo, o que representa mais de QUINHENTOS E TRINTA E SEIS MIL registros.
Já Minas Gerais concentra DEZ POR CENTO, com aproximadamente DUZENTOS E SETENTA E QUATRO MIL casos. Na sequência, aparecem Goiás, com CENTO E CINCO MIL, e Paraná, com SETENTA E SETE MIL casos.
Dados do Ministério da Saúde mostram que, em 2026, o Brasil já registra mais de CENTO E SETENTA E CINCO MIL casos prováveis.
Mesmo com alta incidência, a previsão do InfoDengue indica um cenário epidêmico menos intenso do que o de 2024, quando o país ultrapassou SEIS MILHÕES E QUINHENTAS MIL notificações.
O levantamento também aponta diferenças entre os estados. A tendência é de queda nos casos em locais como Acre, Amapá, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo.
Por outro lado, unidades da federação como Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Santa Catarina e Tocantins devem registrar aumento.
Transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, a dengue consiste em uma doença febril aguda.
Os principais sintomas são febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores no corpo e manchas na pele.
Em casos mais graves, podem surgir dor abdominal, vômitos, sangramentos e dificuldade para respirar.
Ao apresentar sintomas, o Ministério da Saúde orienta a procurar um serviço de saúde.
Para prevenir a doença, é essencial eliminar água parada em recipientes como garrafas, pneus e caixas d’água. O Brasil também oferece a vacina contra a dengue pelo SUS desde 2023.
Reportagem, Maria Clara Abreu