Educação - undefined·31 de agosto de 2018

Curso técnico ajuda capixabas a permanecerem no mercado de trabalho

Por Agência do Rádio
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Welton Lopes já trabalhava na área de mecânica quando percebeu que precisava de mais conhecimento. Hoje, com 34 anos, ele concluiu o curso de técnica em mecânica e se destaca na posição que ocupa no mercado de trabalho. Morador de Espírito Santo, ele escolheu fazer o curso no SENAI.

“Pelo que eu conversei com colegas e amigos que já tinham passado pelo SENAI, eu fiz a escolha pela qualidade do ensino e a coerência do andamento do curso. Me aperfeiçoei para criar mais raízes no mercado que já estava”.

Um estudo da Confederação Nacional da Indústria, a CNI, comprova que existem lacunas deixadas pela Educação Básica que diminuem as chances do país se desenvolver econômica e socialmente. Isso pode explicar o cenário do resultado do último Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). A meta do Ministério da Educação era atingir quatro pontos. A média nacional ficou em 3,70. Uma das saídas para driblar o desemprego está nos técnicos.

Priscila Carneiro, diretora de educação do SENAI do Espírito Santo, explica que a instituição oferece oportunidades para estudantes que querem uma nova alternativa de entrar no mercado de trabalho.

“Como instituição qualificadora, a gente tem várias frentes para fazer com que esse jovem que não tem uma qualificação e quer se qualificar para entrar no mercado de trabalho, por meio da aprendizagem industrial, que aí seria um primeiro passo, como jovem aprendiz. Também para aquele jovem que já fez algum curso, que quer passar por um aperfeiçoamento para retornar ao mercado de trabalho.”

Para mudar o panorama da educação básica, a CNI organizou uma série de propostas que propõem melhorar a qualidade do ensino, preparando o aluno para o mercado de trabalho. As propostas passam por revisões da estrutura curricular e da política de formação de professores, valorizando o magistério e a carreira do profissional.

Com a colaboração de Raphael Costa, reportagem, Sara Rodrigues

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