TEC./SONORA: Camila Soares, coordenadora da vigilância em Saúde
“A gente orienta que sempre que a pessoa apresentar o sintoma de uma das três doenças: febre, dor de cabeça, dor no corpo, dores nas articulações, dores musculares, elas evitem a automedicação porque é altamente arriscado. Ela pode estar tomando uma medicação que, ao invés de melhorar, vai agravar o estado de Saúde dela. E também é importante que a pessoa procure uma unidade de Saúde, não só por conta do tratamento dela em si, mas ela procurando a unidade vai notificar o paciente e a gente vai agir podendo realizar o bloqueio, para evitar que o mosquito pique a pessoa infectada e possa vir infectar outras pessoas naquela área”.
TEC./SONORA: Antônio Luiz, agente de endemias
“Nós trabalhamos com panfletagens e fôlderes. E um desses fôlderes tem no seu verso 19 ações que você deve fazer para que o mosquito não se reproduza dentro do seu domicílio. Eu até costumo dizer para as pessoas nas minhas palestras, que se as pessoas desses 19 itens, a pessoa fizer simplesmente cinco, não tinha nem perigo de ter reprodução do mosquito em seu domicilio. Que é manter seus depósitos cobertos, manter toda vasilha que venha juntar água, protegida, coberta e selada. Questão do lixo: a coleta seletiva é bem intensa, o carro do lixo na nossa cidade passa todo dia”.