Brasil - undefined·20 de outubro de 2018

Crânio do fóssil Luzia é recuperado dos escombros do Museu Nacional

<p>O local foi atingido por um inc&ecirc;ndio no dia 2 de setembro</p>

Por Agência do Rádio
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Pesquisadores informaram nesta sexta-feira (19) terem encontrado todo o crânio de Luzia, o fóssil humano mais antigo do Brasil desaparecido nos escombros do Museu Nacional, destruído por um incêndio no último dia 2 de setembro, no Rio de Janeiro.

Segundo o diretor do Museu, Alexander Kellner, 80% das partes localizadas já foram identificadas e a expectativa é que esse número aumente. No entanto, o trabalho de montagem dos fragmentos ainda não foi iniciado.

Segundo os técnicos, foram encontradas parte do frontal, que englobam testa e nariz, parte lateral, ossos que são mais resistentes e o fragmento de um fêmur que também pertencia ao fóssil e estava guardado. Uma parte da caixa onde o crânio de Luiza estava também foi recuperada.

Encontrado em Minas Gerais na década de 1970, Luzia seria o fóssil mais antigo das Américas e estava no Museu Nacional durante o incêndio que destruiu a estrutura do local, no dia 2 de setembro, no Rio de Janeiro. A Polícia Federal investiga o caso.

Reportagem, Paulo Henrique Gomes

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