Política - undefined·06 de março de 2015

CPI DA PETROBRAS: Pedro Barusco, ex-diretor da empresa, depõe na próxima 3ª; bate-boca entre deputados marca início dos trabalhos

<p><span style="font-family: Arial; font-size: 19.2000007629395px; text-align: justify; line-height: 22.0799999237061px; color: rgb(51, 51, 51); background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;">A nova CPI da Petrobras tamb&eacute;m deve ouvir os ex-preside</span><span style="font-family: Arial; font-size: 19.2000007629395px; text-align: justify; line-height: 22.0799999237061px; color: rgb(51, 51, 51); background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;">ntes da empresa S&eacute;rgio Gabrielli e Gra&ccedil;a Foster, e o doleiro Alberto Youssef.&nbsp;</span></p>

Por Agência do Rádio
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REPÓRTER:A Comissão Parlamentar de Inquérito da Petrobras, iniciada na Câmara dos Deputados, aprovou a convocação do ex-diretor da empresa Pedro Barusco. O depoimento foi marcado pelo presidente da comissão, deputado Hugo Motta, do PMDB paraibano, para a próxima terça-feira, às nove e trinta da manhã. A audiência, porém, ainda depende de autorização judicial.Barusco deixou a Petrobras para trabalhar na Sete, outra empresa investigada pela CPI. Ele afirmou à Justiça ter recebido propinas desde 1997.

Nesta quinta-feira, a CPI foi marcada por discussão entre o presidente da comissão, Hugo Motta, e representantes do PT, PPS, Psol e PSB, na elaboração do roteiro de trabalhos. Motta decidiu a criação de quatro sub-relatorias e indicou o comando de cada uma. Os deputados dessas legendas reclamaram que não foram consultados. Houve até bate-boca entre Motta e o deputado Edmilson Rodrigues, do PSOL paraense.

Quem apareceu de surpresa na comissão, nesta quinta, foi o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, do PMDB do Rio de Janeiro. O parlamentar afirmou que está à disposição para depor na CPI. A atitude de Cunha foi em resposta a suposições de que seu nome consta na lista enviada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao STF, com nomes de políticos envolvidos no esquema de lavagem de dinheiro investigado pela operação Lava Jato, da Polícia Federal.

SONORA: Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ)

"Ninguém é imune à investigação e estou pronto para esclarecer, absolutamente tranquilo, qualquer fato ou qualquer suposição de fato que possa aparecer. Eu acho que todos têm que ter esse procedimento."

REPÓRTER: A CPI da Petrobras também deve ouvir os ex-presidentes da empresa Sérgio Gabrielli e Graça Foster, e o doleiro Alberto Youssef. A ordem desses depoimentos ainda precisa ser aprovada pelos integrantes da comissão.

Com informações da Agência Câmara de Notícias e da Rádio Câmara, reportagem, Alexandre Souza

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