Brasil - undefined·31 de dezembro de 2018

Contra facada sugerida por Paulo Guedes, parlamentares do Centro-Oeste defendem Sistema S.

<p style="margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:6.0pt;margin-left:0cm;&#10;text-align:justify;line-height:150%;background:white"><i style="mso-bidi-font-style:&#10;normal"><span style="font-size:10.0pt;line-height:150%;font-family:&quot;Arial&quot;,sans-serif;&#10;color:#17394D">Formado por entidades como Sesc, Sesi e Senai, o Sistema &eacute; respons&aacute;vel por diversos programas de educa&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica e servi&ccedil;os de sa&uacute;de</span></i></p>

Por Agência do Rádio
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Entre os assuntos mais discutidos, esteve a promessa do futuro ministro da economia, Paulo Guedes, de dar uma “facada” nos recursos do Sistema S. O debate tomou conta do último dia da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. Formado por entidades como, por exemplo, Sesc, Sesi e Senai, o Sistema é responsável por diversos programas de educação técnica e serviços de saúde no Brasil. 

Preocupados com o possível corte de recursos, parlamentares da região Centro-Oeste se manifestaram em defesa do Sistema S. Um deles foi o senador pelo Distrito Federal Cristovam Buarque (PPS). De acordo com o parlamentar, a eficiência do trabalho feito pelo Sistema precisa ser levada em consideração.

“Simplesmente reduzir gastos de um sistema que funciona pode trazer problema grave na educação. Conheço o trabalho do Sistema “S”, e não vou dizer se o que eles gastam poderia gastar menos e fazer o mesmo. Não sei. Pode até se fazer uma análise para saber onde se pode reduzir. Temos que buscar eficiência em tudo e acabar com vazamentos. Tem vazamento? Vamos fechar o vazamento, mas jamais tratar a situação só financeiramente”, defendeu o senador.

Para se ter uma ideia, somente no Centro-Oeste do país, o impacto de uma “facada” de 30% no SESI, como a sugerida por Paulo Guedes, faria com que 121,8 mil vagas em cursos profissionais fossem cortadas por ano. Além disso, 13 escolas de formação profissional seriam fechadas.

Com a colaboração de João Paulo Machado, reportagem, Marquezan Araújo

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