Economia - undefined·20 de dezembro de 2018

Confiança do consumidor atinge o maior nível em mais de seis anos, aponta CNI

<p>Segundo a pesquisa, os consumidores est&atilde;o mais otimistas com renda, emprego, infla&ccedil;&atilde;o e endividamento</p>

Por Agência do Rádio
Ouvir · 00:02:01

Imagem não disponível

A imagem principal desta matéria não foi encontrada.

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.

Foto: Pixabay

A economia e o mercado de trabalho têm apresentado melhoras, e, consequentemente, a confiança do consumidor também aumentou. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), neste mês de dezembro a confiança alcançou o maior nível em mais de seis anos.

O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC), que é um indicador que mede esse otimismo em pontos, subiu 13,73% na relação entre dezembro de 2018 e dezembro do ano passado. Com esse desempenho, o índice chegou a 114,3 pontos.

Esta pontuação funciona como se fosse um termômetro: quanto maior a pontuação desse indicador, mais otimista está o consumidor. Para chegar ao resultado, a CNI faz entrevistas em 127 municípios brasileiros, com duas mil pessoas.

A partir disso, é criado uma pontuação para a confiança do consumidor em relação à inflação, desemprego, renda pessoal, situação financeira, endividamento e compras de bens de maior valor. Só depois, com os dados reunidos, é possível atingir o resultado final.

Dos seis subtemas desta pesquisa, somente um teve retração frente a dezembro de 2017, que foi o item compras de bens de maior valor. Ele recuou 2,48%. Mas, em relação a novembro, ficou estável.

Em compensação, todos os outros itens tiveram uma melhora expressiva. A maior foi a que mede a percepção sobre a inflação. Em seguida, o subtema que apresentou a maior melhora foi o mercado de trabalho, depois a renda pessoal, a situação financeira e o endividamento.

Vale lembrar que até o terceiro trimestre, os consumidores deram uma contribuição de R$ 3,2 trilhões para o Produto Interno Bruto. Se comparado ao ano passado, houve um aumento de 2%.

Reportagem, Cintia Moreira
 

SOBRE

Agência do Rádio

Ver todas as matérias
t-page