Brasil - undefined·05 de dezembro de 2017

CNJ: Presidente do STF defende urgência sobre judicialização da saúde

<p>C&aacute;rmen L&uacute;cia participou da reuni&atilde;o do Comit&ecirc; Executivo Nacional do F&oacute;rum da Sa&uacute;de, criado pelo CNJ, com representantes da Associa&ccedil;&atilde;o da Ind&uacute;stria Farmac&ecirc;utica de Pesquisa (Interfarma).</p>

Por Agência do Rádio
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REPÓRTER: Em reunião realizada no CNJ nesta segunda-feira,4, a presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia defendeu que se debata de forma urgente a judicialização da saúde, pois o assunto tem a mesma urgência de quem sofre com a dor causada por uma doença. A ministra Cármen Lúcia, argumentou na presença de representantes da indústria farmacêutica a necessidade de se debater alternativas para o Poder Judiciário fazer frente ao número crescente de ações judiciais para garantir remédios, cirurgias ou tratamentos relacionados ao direito à saúde. Cármen Lúcia participou da reunião do Comitê Executivo Nacional do Fórum da Saúde, criado pelo CNJ, com representantes da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma). Segundo a ministra Cármen Lúcia, a quantidade de ações não é o principal problema da judicialização, diante da prestação deficiente dos serviços de saúde à população brasileira. A ministra ressaltou, lembrando a Constituição Federal no artigo 1º,  por colocar como princípio fundamental da República Federativa do Brasil a dignidade humana, que há um direito constitucional à saúde e isto é um direito fundamental para a dignidade da vida.  A reunião com a indústria farmacêutica é uma das atividades do Comitê Executivo Nacional do Fórum da Saúde, integrado por magistrados, representantes do ministério público e da defensoria, gestores executivos e acadêmicos com a finalidade de monitorar e propor soluções para as demandas ligadas à saúde submetidas aos tribunais. No próximo dia 11 de dezembro, Justiça e Saúde serão debatidos em audiência pública promovida pelo CNJ.
 
Com informações do CNJ, reportagem, Storni Jr.
 
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