Brasil - undefined·08 de agosto de 2017

CNJ: Juízes defendem famílias acolhedoras como alternativa aos abrigos

<p>Ju&iacute;zes est&atilde;o apostando na capacita&ccedil;&atilde;o de fam&iacute;lias que recebam essas crian&ccedil;as at&eacute; que elas possam retornar &agrave; fam&iacute;lia de origem ou sejam encaminhadas para ado&ccedil;&atilde;o</p>

Por Agência do Rádio
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REPÓRTER: Encaminhar crianças e adolescentes com direitos violados e em situação de acolhimento para uma família que possa oferecer carinho, cuidados e proteção tem sido o desafio de diversos magistrados do país.  Em vez de enviar crianças para os tradicionais abrigos, juízes estão apostando na capacitação de famílias que recebam essas crianças até que elas possam retornar à família de origem ou sejam encaminhadas para adoção.  Durante o workshop, realizado em  Curitiba e organizado pela Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), os magistrados apresentaram programas de famílias acolhedoras e debateram as consequências psicológicas em crianças que passam por situações de acolhimento.  De acordo com o Corregedor-Geral da Justiça do TJPR, desembargador Rogério Luís Nielsen Kanayama, o Paraná já é o estado com maior número de crianças em famílias acolhedoras do Brasil. O workshop de Curitiba é o quarto evento realizado este ano: o primeiro ocorreu em Maceió, em abril, durante o XX Fórum Nacional da Justiça Juvenil (Fonajuv); o segundo, no Rio de Janeiro, em maio, como parte do III Encontro Nacional da Justiça Protetiva; e o terceiro, em Belém, em junho. O quinto e último workshop será realizado dias 24 e 25 de agosto em Brasília.  

 
Com informações do CNJ, reportagem, Storni Jr. 
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