Brasil - undefined·27 de julho de 2019

Cigarros eletrônicos são "indubitavelmente prejudiciais" à saúde, alerta OMS

Segundo a entidade, apesar de expor o consumidor a uma quantidade menor de toxinas que o cigarro comum, os dispositivos não trazem “impacto benéfico”, nem mesmo para quem tenta abandonar o vício do tabagismo

Por Paulo Henrique
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Popular entre os jovens brasileiros, os chamados cigarros eletrônicos são "indubitavelmente prejudiciais" e podem causar danos graves. É o que alerta a Organização Mundial de Saúde (OMS) ao desaconselhar o uso desse tipo de aparelho, inclusive para quem tenta abandonar o vício do tabagismo.

Os cigarros eletrônicos permitem a inalação de líquidos com nicotina e aromatizantes.  No Brasil, a venda desses aparelhos é proibida desde 2009 e os produtos comercializados no país não possuem certificação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Segundo a OMS, apesar de expor o consumidor a uma quantidade menor de toxinas que o cigarro comum, os eletrônicos não trazem “impacto benéfico para a saúde”. Além disso, desmentiu a informação de que o uso de cigarros eletrônicos ajude a diminuir o hábito de fumar.

O aviso sobre os danos causados à saúde por esses dispositivos foi feito no mesmo evento em que a OMS anunciou que Brasil e Turquia são os únicos países que adotaram todas as medidas indicadas pelo órgão para reduzir o tabagismo. O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, anunciou também a assinatura de um convênio entre Brasil e Paraguai para diminuir o consumo de cigarro nos países. 

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SOBRE

Paulo Henrique

Formado em Jornalismo e com Pós-Graduação em Gestão da Comunicação nas Organizações, possui experiência em redações e assessorias, atuou como estagiário na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, no Portal R7 e na ASCOM da Câmara dos Deputados. Depois de formado, foi Assessor de Comunicação do Instituto de Migrações e Direitos Humanos e atualmente é repórter na Agência do Rádio.

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