Até então, os grupos fósseis mais antigos de que se tinham registros eram de aproximadamente 200 mil anos atrás. Já o novo material tem cerca de 300 mil anos.
Para a arqueóloga Niède Guidon, essas descobertas fazem parte da vida dos pesquisadores, que segundo ela, estão sempre sujeitos a mudar conceitos já inseridos até nos livros de história.
TEC./SONORA: Niède Guidon, arqueóloga
“Os dados do arqueólogo estão enterrados, então o que nós sabemos hoje pode mudar com aquilo que vamos descobrir amanhã. Quer dizer que a arqueologia, à medida que as pesquisas continuam, que se escava em um lugar que nunca tinha sido escavado, se descobrem coisas novas.”
TEC./SONORA: Niède Guidon, arqueóloga
“Estão fazendo pesquisa sobre Homo Sapiens muito antigos também na Europa. Quer dizer, à medida que a pesquisa avança, novas descobertas serão feitas.”
Reportagem, Marquezan Araújo