TEC./SONORA: Aldari Alves, aposentado.
“Eu me sinto muito feliz porque o meu sangue tá salvando outras vidas que eu nem conheço. Às vezes, a pessoa pode estar agradecendo, não sabe nem quem foi a pessoa que doou aquele sangue, né? Inclusive eu já doei para a minha mãe, ela fez cirurgia em Goiânia e eu tive que doar para ela. Então eu me sinto muito feliz de poder saber que eu sou um ótimo doador, porque não é qualquer pessoa que pode ser um doador.”