TEC/SONORA: Evilenia Oliveira, 36 anos, técnica de enfermagem.
“Me senti realizada de ver o rostinho, meu bebê se alimentando, se satisfazendo com o alimento. Foi muito gratificante, depois de tudo que eu sofri no parto, vê-lo mamando feliz. Não teve sensação melhor.”
TEC/SONORA: Gilvania Ribeiro, enfermeira do Banco de Leite Humano do Hospital Geral César Cals.
“A maioria das mulheres podem amamentar e produzem leite suficiente para o bebê. O que faz a produção de leite aumentar é que, quanto mais o bebê sugar, mais produz leite.”
TEC/SONORA: Sandra Luna, responsável pelas Ações de Aleitamento Materno da Secretaria de Saúde do Ceará.
“Ao longo do desenvolvimento da criança, não só enquanto estiver nas unidades neonatais, mas também dar continuidade a esse contato em casa. Não só relacionado à mãe, a família pode participar desse contato pele a pele, desse vínculo, que é tão importante para ela, tanto a nível de nutrição, quanto a nível de aconchego e segurança.”
#EuAmamento