TEC/SONORA: Francislene Alves, Conselheira de Saúde, no município
“Já amanheci sem nem poder andar direito. Aquele peso e aquela dor. As minhas juntas todas começaram a inchar. Perna inchou e minhas juntas não tinham tato para pegar nada. Meu esposo é quem me calçava, me vestia e me levava para o banheiro, porque eu não podia sequer andar.”
TEC/SONORA: Francislene Alves, conselheira de Saúde no município
“Quando eu peguei, parecia que tinham aberto o portão para essa doença. Meu bairro quase todo pegou. As pessoas precisam se cuidar, se proteger e sua família. E, nós como somos donas de casa, a gente tem a responsabilidade de olhar as garrafas, de olhar a tampinha, olhar se o mosquito não está voando, e se estiver voando, é porque tem água parada”.