TEC./SONORA: Francisco Pires, coordenador do controle de epidemias e zoonose
“São duas localidades rurais que estamos tendo alguns problemas, mas de maneira ágil, já estamos tendo a informação, a notificação. A gente chega à localidade para fazer a batida de foco, levamos a junto a mobilização social para que tenhamos, sem duvida, o controle do local e evitar uma explosão de casos, que é o mais importante.”
TEC./SONORA: Josineide Moreira, 46 anos, doméstica
“Foi cruel: tive febre muito alta, muita dor, simplesmente pegou uma perna minha do pé até a virilha, os meus braços... As juntas da minha mão começaram a inchar também. Até hoje meu joelho é inchado. Eu não desejo essa doença nem pro meu pior inimigo, as pessoas tem que se cuidar porque essa doença é séria.”
TEC./SONORA: Francisco Pires, coordenador do controle de epidemias e zoonose
“A recomendação é sem dúvida, com o aparecimento dos sintomas básicos: febre, manchas na pele, dores de cabeça. De imediato, procurar orientação médica, muito importante nunca se auto medicar. E é necessário notificar esse caso, fazer o exame laboratorial, para que nós possamos ter uma realidade dos casos no município em relação às arboviroses. Então, a recomendação para a população é procurar orientação médica sem perca de tempo, para que as orientações sejam dadas da maneira correta e o tratamento possa ser feito da maneira que é orientado pelo Ministério da Saúde.”