Economia - undefined·17 de março de 2017

CARIACICA (ES): Reforma trabalhista pode flexibilizar leis; proposta pode ser consolidada em 2017, de acordo com deputado

<p>A reformas vai possibilitar acordos que sejam bons tanto para os funcion&aacute;rios quanto para os patr&otilde;es</p>

Por Agência do Rádio
Ouvir ·

Imagem não disponível

A imagem principal desta matéria não foi encontrada.

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.

TEC./SONORA: Lelo Coimbra, deputado, líder da maioria na Câmara (PMDB-ES)

“2017 é o ano de consolidação das reformas. Ele será o ano em que nós devemos vê-lo como o tempo para que nós debatamos o necessário e façamos maiorias que possam decidir pelos projetos de reforma. Eu estou falando da terceirização, eu estou falando da reforma trabalhista, eu estou falando da reforma previdenciária, como os três eixos principais de desamarração das questões estruturais em nosso país.”


LOC.:
Vale lembrar que a flexibilização vai acontecer, toda, dentro do limite estabelecido pela Constituição. A diferença é a possibilidade de fazer acordos que sejam bons tanto para os funcionários quanto para os patrões. É o que explica o presidente Emérito da Academia Nacional de Direito do Trabalho, Nelson Mannrich.


TEC./SONORA: Nelson Mannrich – Presidente Emérito Da Academia Nacional De Direito Do Trabalho

“Nós estamos falando de um espaço de negociação, onde haverá a possibilidade de as empresas e os sindicatos fazerem adaptações. Então se eu trabalhar hoje por doze horas, eu vou ter que descansar de tal maneira que eu cumpra a legislação em termos de duração do trabalho.”

TEC./SONORA: Alex Bastos, diretor da Bless – Brasil Cosméticos

“É o mínimo, é a coisa mais básica que tem. Que é o entendimento entre o empresário e o seu empregado. Por que eu não posso dar só meia-hora de almoço para o meu funcionário, e ele sair meia hora mais cedo e ir para a faculdade? Então ela [a reforma] é esperada e é necessária”.

SOBRE

Agência do Rádio

Ver todas as matérias
t-page