Brasil - undefined·22 de maio de 2015

CAPACITAÇÃO: Ecogestores recebem treinamento sobre uso racional de papel, energia e água

<p><b>REP&Oacute;RTER:&nbsp;</b>A&nbsp;pr&aacute;tica de novos m&eacute;todos e estrat&eacute;gias para conscientizar a preserva&ccedil;&atilde;o do meio ambiente no local de trabalho &eacute; o tema da capacita&ccedil;&atilde;o dos ecogestores do Tribunal de Justi&ccedil;a do Par&aacute;. A analista judici&aacute;ria Ivangela Duarte destaca q</p>

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REPÓRTER: A prática de novos métodos e estratégias para conscientizar a preservação do meio ambiente no local de trabalho é o tema da capacitação dos ecogestores do Tribunal de Justiça do Pará. A analista judiciária Ivangela Duarte destaca que a capacitação dos servidores contribui para que eles sejam agentes de transformação no local de trabalho.
SONORA: Analista Judiciária Ivangela Duarte
“A proposta do nosso grupo de trabalho é que nós estreitemos o nosso canal com os ecogestores. Essa nomenclatura ecogestor induz a um raciocínio de responsabilidade. Então a ideia é que a gente possa treinar continuamente as equipes de ecogestores para que sejam multiplicadores, para serem multiplicadores seles precisam ter determinadas competências, precisam está interados na parte técnica da gestão do meio ambiente, mas Também na parte comportamental, porque eles serão agentes de transformação.”
REPÓRTER: Durante o treinamento, Evelise Rodrigues, da Comissão Socioambiental, explicou aos servidores do judiciário a importância de praticar atitudes de reciclagem e ressaltou como vai funcionar o Núcleo socioambiental, que será instalado na sede do Tribunal de Justiça.  
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SONORA: Evelise Rodrigues
“O Núcleo Socioambiental do tribunal ele tem que ser criado até o dia 7 de julho, é uma determinação do CNJ para criação em todos os órgãos do judiciário de um núcleo responsável por práticas socioambientais, políticas permanentes, então ele vai mexer em toda alta gestão do tribunal, vai trabalhar a questão de licitação, questão de capacitação de servidores, de qualidade de vida no ambiente de trabalho, de políticas de reciclagem, de coleta seletiva solidária, de destinação de resíduos sólidos e toda uma gestão sustentável que a partir de agora passa a ser um macro desafio do CNJ.”
REPÓRTER: O evento contou com a participação dos ecogestores em pequenas peças de teatro, parademonstrar os casos de desperdícios no ambiente de trabalho e propor novos métodos de preservação do meio ambiente.
Reportagem, Marcela Coelho
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