TEC./SONORA: Nathan Gomes, coordenador de Vigilância Epidemiológica
“Eu acredito que maior que o ano passado, não. Ano passado aumentou muito os casos e a gente se policiou contra isso, então a gente já vem fazendo um trabalho para evitar que aconteça de novo. Lógico que a gente continua correndo risco, não tem como não correr, mas o trabalho é melhor do que antes desse surto. A gente vem fazendo as visitas dos imóveis da zona urbana, tendo uma atenção redobrada do que tinha antes, tanto a gente como a população, que está bem mais educada.”
TEC./SONORA: Nathan Gomes, coordenador de vigilância epidemiológica
“Realizamos ações educativas, mutirão de população. Tem aquele bairro com índice maior, convidamos a comunidade, juntamos os agentes de endemias e comunitários para coletar lixo, para acabar com focos. Depois, fazem tratamento focal, conscientizam a comunidade, com palestras toda vez que entram na casa, tentam explicar e conscientizar o morador dos riscos que corre, para tentar eliminar o criadouro do mosquito.”