TEC./SONORA: Ana Santana, coordenadora da vigilância epidemiológica
“A gente orienta a qualquer sintoma procurar a unidade de saúde. A pessoa está doente, acha melhor ficar em casa, se automedica, não procura nossos serviços. Qualquer pessoa que esteja com sintomas semelhantes a Dengue, Zika ou Chikungunya, que procure o serviço de saúde, que procure o médico, ou profissional enfermeiro que eles vão identificar, se estiver em sinal de alerta eles vão encaminhar para o hospital de referência, se não, eles vão tentar resolver na própria unidade”.
TEC./SONORA: Vera Oliveira, 30 anos, assistente social
“Quando cheguei à minha casa, depois que tomei banho, não consegui mais levantar, não consegui mais vestir minhas roupas porque as dores musculares eram muito fortes, muita febre, dor no corpo, gosto amargo no paladar, que eu não sentia, muita dor de cabeça. Então assim, foi horrível! Eu passei acho que uns dois meses nessa situação, tive que me afastar do trabalho porque eu não conseguia andar direito, foi bastante complicado. E depois, melhorei entre aspas, porque até hoje eu sinto dores musculares”.