O Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP 2.0) começou a ser alimentado com dados dos Tribunais de Justiça de Roraima (TJRR), Santa Catarina (TJSC) e São Paulo (TJSP). Uma versão-piloto do sistema BNMP 2.0, será testado nos três estados que foram escolhidos.Até o último dia 14, quinta-feira, cerca de 530 mil registros individuais tinham sido incluídos no sistema. Pessoas que têm contra si mandado de prisão não cumprido também terão seus nomes neste banco nacional. O trabalho em curso é o de inserir documentos processuais no sistema gerido pelo CNJ. Simultaneamente, o CNJ organiza atividades de capacitação de equipes dos três tribunais para operar o BNMP 2.0. Quando essa etapa, experimental, do projeto estiver concluída, os tribunais da Justiça Estadual informarão à presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, um cronograma de implantação do BNMP em seus estados. A expectativa é de que a fase final do projeto transcorra entre janeiro e maio de 2018.
Com informações do CNJ, reportagem, Storni Jr.