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REPÓRTER: Cerca de 300 profissionais de órgãos do sistema de Justiça, instituições públicas, privadas e acadêmicas participaram, nessa terça-feira, 12, do Seminário de Perícia Digital e Crimes Cibernéticos, realizado na Procuradoria-Geral da República, em Brasília. O evento discutiu os desafios enfrentados nas investigações e no combate a esse tipo de crime. Para os palestrantes que participaram do evento, o sistema de Justiça brasileiro precisa investir cada vez mais em pessoal, capacitação e ferramentas tecnológicas que garantam maior agilidade e efetividade na apuração desse tipo de ilícito. Na abertura do seminário, a secretária de Apoio Pericial, Elizabeth Kobayashi, alertou para o aumento do uso de novas tecnologias na prática de crimes, como racismo, intolerância religiosa, pornografia infantil e criminalidade econômica virtual. Segundo Elizabeth Kobayashi, é fundamental investir no aprimoramento da perícia digital, para combater essas práticas ilegais. Embora o Brasil não possua legislação especifica sobre crime cibernético, o Marco Civil da Internet obriga os provedores de acesso a guardarem por um ano as informações de conteúdo, sendo de seis meses esse prazo para aplicativos da internet. No evento, o adido de propriedade intelectual do departamento da justiça de EUA, Daniel Ackerman, também abordou os desafios internacionais em casos de crimes cibernéticos e perícia digital.
Com informações do MPF, reportagem, Storni Jr.
Com informações do MPF, reportagem, Storni Jr.