TEC./SONORA: Lucas Bolzan, jornalista.
“Desde 2014 eu doo sangue. Entrei nessa campanha de doação de sangue através de uma campanha pelo próprio Vasco aqui em Brasília, que o Vasco criou através do “Vascaíno é Sangue Bom”. É um projeto que começou no Rio de Janeiro, veio para Brasília e eu resolvi também participar da organização desse projeto e, a partir disso, acabei me interessando e comecei a doar. De três em três meses eu doo, cerca de três vezes ao ano.”
TEC./SONORA: Kelly Borges, chefe do Núcleo de Captação de Doadores do Hemocentro de Brasília.
“Sangue é uma matéria-prima rara. Ela é uma matéria-prima humana, então nós temos que utilizá-la da melhor forma possível, otimizar e tornar esse uso eficiente e racional. Então, a gente separa os hemocomponentes em plaquetas, plasma, hemácias e leucócito. E aí, por exemplo, as plaquetas, depois que a gente faz a separação, elas duram só cinco dias. Então não adianta o doador vir uma vez e não voltar mais. A nossa necessidade ela é permanente.”