Para o relator da proposta na Câmara, deputado Federal Paulo Azi, do Democratas baiano, a vaquejada é o meio de vida de muitas pessoas. Para ele, se a prática chegasse a ser banida, a economia de várias cidades, principalmente do Nordeste, estariam comprometidas.
TEC./SONORA: Paulo Azi, deputado Federal (DEM-BA)
“Hoje ela é uma atividade sobretudo, uma atividade econômica de muitas daquelas cidades que têm inclusive na vaquejada, sua principal atividade econômica. O banimento dessa atividade traria consequências devastadoras para diversas cidades do Nordeste brasileiro.”
O deputado Federal Ricardo Izar, do PP paulista, entende que essa atividade fere os termos da Constituição que tratam da preservação do meio ambiente, já que os animais envolvidos, segundo ele, sofrem tortura e maus-tratos.
TEC./SONORA: Ricardo Izar, deputado Federal (PP-SP)
"Eu sou contrário à questão da vaquejada no Brasil e até lamento de o Congresso Nacional votar um projeto desse que regulamenta a tortura e a crueldade animal. O pessoal que defende a vaquejada, defende que é algo cultural. A cultura a gente muda, a cultura a gente evolui."
TEC./SONORA: Paulo Azi, deputado Federal (DEM-BA)
Reportagem, Marquezan Araújo