Brasil - undefined·17 de outubro de 2016

BRASIL: Despesas do Judiciário custaram R$79 bilhões em 2015, o que representa 1,3% do PIB

<p>&nbsp;</p><p><span style="font-size: 7.5pt; line-height: 150%; font-family: Arial, sans-serif; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;">De acordo com levantamento do CNJ, cada cidad&atilde;o pagou, em 2015, cerca de 387 reais para garantir o funcionamento do servi&ccedil;o da Justi&ccedil;a.&nbsp;</span><b>&nbsp;</b></p><p class="MsoNormal" style="line-height:150%"><b><o:p></o:p></b></p><p>&nbsp;</p>

Por Agência do Rádio
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REPÓRTER:79 bilhões e 200 milhões de reais. Este é o número total das despesas do Judiciário brasileiro em 2015, de acordo com estudo feito pelo Conselho Nacional de Justiça, CNJ, divulgado nesta segunda-feira (17). O valor representa 1,3 por cento do Produto Interno Bruto do Brasil. De acordo com o levantamento, cada cidadão pagou, em 2015, cerca de 387 reais para garantir o funcionamento do serviço da Justiça. 
Segundo o CNJ, os gastos com recursos humanos que incluem os salários dos juízes, servidores e empregados, além de outras despesas como auxílios e passagens, são responsáveis de 89 por cento das despesas. Apesar disso, de acordo com o levantamento, 56 por cento dos gastos totais voltam aos cofres públicos, por meio do pagamento de custas processuais.
Esta é a primeira vez que a pesquisa feita pelo conselho fez uma avaliação do custo de vida de cada servidor e empregado do Judiciário. De acordo com o CNJ, cada magistrado custa, em média, 46 mil reais por mês. Cada servidor custa 12 mil reais, enquanto que os terceirizados costumam custar três mil e 400 reais por mês. Os estagiários também entraram na conta, com o custo médio de 774 reais por mês.
Os valores fazem parte da pesquisa Justiça em Números, divulgada anualmente pelo CNJ. O levantamento analisa a situação da Justiça Estadual, Federal, Eleitoral, Militar, Trabalhista e, também, dos tribunais superiores.

 Reportagem, Bruna Goularte

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