TEC./SONORA: Rita de Cássia Vieira, 53 anos, professora.
“A gente nunca sabe se um dia não vai precisar. As pessoas têm que se conscientizar cada vez mais e aumentar a doação. Doar o sangue é uma coisa que não dói, é tão fácil de fazer e você vai salvar vida com um líquido tão precioso.”
TEC./SONORA: Valéria Nogueira, coordenadora substituta do Hemocentro.
“Acho que a questão do tempo, essa chuva, o frio, as pessoas ficam desmotivadas para sair de casa e vir doar. Maio foi um mês em que a gente não teve uma resposta muito boa, por isso que nossos estoques estão assim. E a gente tem que ter sempre em mente que esse nosso ato pode salvar uma vida. Realmente.”