Política - undefined·15 de agosto de 2018

Bolsonaro nega que defesa de liberdade de ‘escolha afetiva’ seja tentativa de se aproximar de eleitores LGBT

<p>Programa de governo do candidato reitera direito das pessoas se relacionarem com quem quiserem</p>

Por Agência do Rádio
Ouvir · 00:00:57

Imagem não disponível

A imagem principal desta matéria não foi encontrada.

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.

O deputado federal e candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL), nega que o trecho de seu programa de governo que defende a liberdade de “escolha afetiva” seja uma tentativa de se aproximar do público LGBT.

O programa de governo foi lançado nesta terça-feira (14) e reitera o direito das pessoas se relacionarem com quem quiserem e formar famílias sem qualquer tipo de estrutura definida. O trecho defende “liberdade para as pessoas, individualmente, poderem fazer suas escolhas afetivas, políticas, econômicas ou espirituais”.

O parlamentar tem histórico de relação conflituosa com a comunidade e é severo crítico do que ele chama de “kit gay”, distribuição de material sobre diversidade sexual nas escolas.

Em novembro de 2017, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro confirmou condenação de Bolsonaro por dano moral coletivo, com multa de R$ 150 mil, por ter dito em programa de TV que nunca havia passado na cabeça ter um filho gay, porque seus filhos tiveram “boa educação”, com pai presente.

Reportagem, Thiago Marcolini

SOBRE

Agência do Rádio

Ver todas as matérias
t-page