Saúde - undefined·03 de novembro de 2017

BOLETIM DA SAÚDE: Plano Nacional para Eliminação da Hepatite C e recursos para conter avanço da sífilis

Por Agência do Rádio
Ouvir ·

Imagem não disponível

A imagem principal desta matéria não foi encontrada.

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.


SINOPSE:

O Boletim da Saúde apresenta nesta semana o anúncio do Plano Nacional para Eliminação da Hepatite C até 2030, os recursos que os municípios vão receber para conter o avanço da sífilis no país e, ainda, a inclusão dos medicamentos indicados para assistência hospitalar e oncológica na RENAME 2018.

 ********************************

ABERTURA: Boletim da Saúde. Parceria Rede Nacional de Rádio e Ministério da Saúde.

LOC EDMAR: Olá, Brasil! Obrigado por nos deixar entrar em sua casa pelas ondas do rádio. Estamos aqui mais uma vez para compartilhar as ações que o Ministério da Saúde desenvolve para toda a população. Eu sou Edmar Soares e a partir de agora você fica sabendo quais são os destaques dessa semana. É com você, Débora Rocha.

LOC DÉBORA: Edmar, nesta semana, vamos falar sobre o anúncio do Plano Nacional para Eliminação da Hepatite C até 2030, os recursos que os municípios vão receber para conter o avanço da sífilis no país e, ainda, a inclusão dos medicamentos indicados para assistência hospitalar e oncológica na RENAME 2018, que é a relação de medicamentos essenciais.

LOC EDMAR: Bacana, Débora! Então vamos começar o nosso giro de destaques chamando o repórter Luiz Philipe Leite, que vai falar com a gente sobre o Plano Nacional para Combater a Hepatite C. Olá, Luiz!

REPÓRTER LUIZ PHILIPE: Olá Edmar, Débora e ouvintes! Pois é, o governo brasileiro traçou uma meta para eliminar a hepatite C até 2030. Durante a Cúpula Mundial de Hepatites 2017, evento que reúne autoridades de saúde de todo o mundo, o ministro Ricardo Barros anunciou o plano. Na verdade, Edmar, a estratégia consiste em tratar todos os pacientes diagnosticados com a doença, independente do grau de comprometimento do fígado. O ministro Ricardo Barros falou mais sobre o assunto. Vamos ouvir:

SONORA: ministro da Saúde, Ricardo Barros

“O Brasil é líder nessa questão do combate a hepatite C. Estamos aumentando muito a testagem. Distribuiremos, no ano que vem, o dobro de testes para identificar os portadores de hepatite C. Serão doze milhões de testes. Dos 155 mil pacientes que estão notificados no Brasil com hepatite C, meta já estão tratados ou em tratamento. O Brasil é o país que tem o maior sistema de acesso universalizado e gratuito a saúde no mundo. Portanto, todos os brasileiros que tiverem diagnóstico de hepatite C serão imediatamente após a identificação desse diagnóstico”.

REPÓRTER LUIZ PHILIPE: Atualmente, as hepatites virais são responsáveis por mais de um milhão de mortes por ano em todo o planeta. E o Brasil está determinado a ser líder mundial na luta contra a hepatite C.

LOC DÉBORA: Obrigada Luiz Philipe Leite pelas suas informações. Nós seguimos agora com o repórter Janary Damacena, que vai conversar com a gente sobre a prevalência de uma doença aqui no Brasil, que tem preocupado bastante o Ministério da Saúde.

LOC EDMAR: Isso mesmo, Débora. O Janary já está aqui conosco no estúdio para contar pra gente como os casos de sífilis têm preocupado o governo federal. Diga lá, Janary!

REPÓRTER JANARY: Edmar, 100 municípios que concentram 60% dos casos de sífilis do país vão contar com um reforço de 200 milhões de reais do governo federal. O objetivo é reforçar as ações para diagnóstico, vigilância e tratamento da doença. O ministro da Saúde, Ricardo Barros, enfatizou nesta semana que a ampliação do diagnóstico e do tratamento é fundamental para reduzir os índices da doença.

SONORA: ministro da Saúde, Ricardo Barros.

“Faltou penicilina durante um bom período. Uma crise mundial de abastecimento de penicilina. Então resolvemos e já temos produção nacional. Está resolvido o problema do abastecimento. Nós pretendemos dobrar de 6 para 12 milhões de testagens deste ano para o ano que vem. E vamos adquirir produtos, milhões de doses de penicilina para que todos tenham a devida condição de fazer o controle. Se a nossa Atenção Básica for eficiente, identificar as pessoas portadoras, vamos poder tratar a todas e resolver a questão”.

REPÓRTER JANARY: Na ampliação e qualificação do diagnóstico da Sífilis, uma das ações do plano do Ministério da Saúde é aumentar a testagem, principalmente nas grávidas. Isso porque a identificação, ainda no primeiro trimestre da gestação, e o tratamento adequado, impedem a transmissão da doença da mãe para o bebê.

LOC EDMAR: Obrigado, Janary, pelas suas informações! E para fechar o nosso giro de notícias desta semana nós vamos conversar agora com a repórter Erika Braz, que vai falar para a gente sobre os medicamentos indicados para a assistência hospitalar e oncológica, que passam a fazer parte da Relação de Medicamentos Essenciais 2018. Explica pra gente, Erika!

REPÓRTER ERIKA: Explico sim, Edmar! Na verdade esta relação, conhecida como Rename, padroniza os medicamentos indicados para a assistência no SUS. É um instrumento dinâmico, disponível online, atualizado permanentemente e publicado a cada dois anos. O ministro Ricardo Barros dá mais detalhes sobre essa relação.

SONORA: ministro da Saúde, Ricardo Barros

“O nosso objetivo com a nova Rename é transformá-la numa ferramenta para o usuário, para o gestor e para os órgãos de controle. Antes era um documento burocrático interno nosso e agora passa a ser um instrumento de facilitação de acesso de informação para todos. Tendo a informação, evidentemente, as pessoas buscarão consolidar o seu direito de acesso a esses medicamentos”.

REPÓRTER ERIKA: Na próxima versão da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais 2018 serão reincluídos medicamentos indicados para a assistência hospitalar e oncológica, totalizando quase 1100 medicamentos. Com essas inclusões a lista de medicamentos essenciais do SUS vai crescer 25%.

LOC EDMAR: É com a participação Erika Braz que a gente encerra o Boletim da Saúde desta semana. Obrigado a você que nos acompanhou em mais esta edição. Lembrando que para continuar acompanhando essas e outras notícias do Ministério da Saúde basta acessar o portal saúde.gov.br e as nossas redes sociais: facebook.com/minsaude e pelo twitter, @minsaude. Até o próximo programa, Débora!

LOC DÉBORA: Até lá, Edmar! Ótima semana para você e para todos os ouvintes que acompanham as ações do Ministério da Saúde em todo Brasil.

ENCERRAMENTO: Boletim da Saúde. Coordenação: Jacy Diello. Edição: Débora Rocha. Apresentação Edmar Soares e Débora Rocha. Reportagem Érika Braz, Janary Damacena e Luiz Philipe Leite. Trabalhos técnicos de Fabrício Lázaro e Ricardo Xavier. Realização Rede Nacional de Rádio e Ministério da Saúde.

SOBRE

Agência do Rádio

Ver todas as matérias
t-page