Saúde - undefined·19 de janeiro de 2018

BOLETIM DA SAÚDE: Novo Boletim Epidemiológico sobre a situação da febre amarela no Brasil

<p><b style="font-size: medium;">SINOPSE:</b></p><p class="MsoNoSpacing" style="line-height: normal;"><span style="font-size: medium;">O Boletim da Sa&uacute;de esclarece os dados da nova atualiza&ccedil;&atilde;o da situa&ccedil;&atilde;o da febre amarela no Brasil. O programa tamb&eacute;m apresenta o plano de a&ccedil;&otilde;es do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de para melhorar os atendimentos de sa&uacute;de em Roraima, gerado pelo aumento de imigrantes. Por fim, ressalta a continuidade do apoio do Governo Brasileiro na reconstru&ccedil;&atilde;o das unidades de sa&uacute;de no Haiti,</span><o:p></o:p></p><p><span style="font-size: medium;">*******************</span></p>

Por Agência do Rádio
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ABERTURA: Boletim da Saúde. Parceria Rede Nacional de Rádio e Ministério da Saúde.

LOC EDMAR: Olá ouvintes do Boletim da Saúde! Eu sou Edmar Soares e gostaria de convidar a todos a nos acompanhar em mais um programa no qual vamos abordar temas importantes para a saúde da população brasileira e até mesmo de outros países. E para começar a apresentar as ações desenvolvidas pelo Ministério da Saúde, estou aqui no estúdio com a Débora Rocha que é quem vai nos trazer os destaques desta semana.

LOC DÉBORA: Olá Edmar. Nesta semana o Ministério da Saúde  deu inicio a elaboração de um plano de ações conjunto com o estado de Roraima para melhorar os atendimentos de saúde na região. Além disso, o Ministro da Saúde viajou ao Haiti para confirmar que o Brasil continuará apoiando a reconstrução das unidades de saúde daquele país. E vamos começar o programa com o tema principal, que foi a divulgação do novo Boletim Epidemiológico sobre a situação da febre amarela no Brasil. O repórter Janary Damacena está aqui no estúdio com mais informações. Conta pra gente Janary.

LOC JANARY: Pois é, Débora, de acordo com o período de monitoramento, que começou em julho de 2017 até o dia 14 deste mês, foram confirmados 35 casos de febre amarela no país sendo registradas 20 mortes. Ao todo, foram notificados 470 casos suspeitos, sendo que 145 permanecem em investigação e 290 foram descartados. O secretário Executivo do Ministério da Saúde, Antonio Nardi, explica que as informações são repassadas pelas secretarias estaduais de saúde e que são os governos estaduais quem avaliam a necessidade ou não de ajuda do Ministério.

“O estado, a secretaria e a Vigilância Epidemiológica dos estados é quem faz o monitoramento do número de casos, a investigação e a necessidade ou não da adoção dessas medidas. O ministério está dando todo suporte técnico necessário, além dos insumos para garantir as demandas desses estados que chegam até nós”.

LOC JANARY: Além disso, o secretário Antonio Nardi afirmou que, se for necessário, o Brasil tem doses de vacina suficiente para toda a população.

“Temos um estoque estratégico suficiente de vacinas já produzidas para garantir a vacinação, se houver necessidade, de toda a população brasileira, adotando o fracionamento das doses porque este número de produção garantirá, além desses estados onde o fracionamento já está sendo adotado, o abastecimento de todos os demais estados onde a vacina da febre amarela jáestá na rotina”.

LOC JANARY: Ainda de acordo com o secretário executivo do Ministério da Saúde, todos que vivem nos municípios com recomendação para vacinar contra a febre amarela devem tomar uma dose para estar protegido durante toda a vida.

LOC DÉBORA: Muito obrigada pelas informações Janary. E vale ressaltar que desde o início de 2017, o Ministério da Saúde tem enviado doses extras da vacina contra a febre amarela aos estados que estão registrando casos suspeitos da doença. Ao longo de todo o ano passado, foram enviadas 45 milhões de doses da vacina para todo o Brasil.

LOC EDMAR: Muito bem Débora! E vamos continuar com as notícias da semana, destacando que o Ministério da Saúde está criando um plano de ações para melhorar o atendimento em saúde da população que vive na região de Boa Vista, em Roraima, e desafogar os hospitais do estado. O objetivo dessa ação conjunta entre o estado e a União é atender à grande procura pelos serviços de saúde do SUS, gerados pelo aumento de pessoas de outros países que vão Roraima buscando por atendimento médico. Para se ter uma ideia, o Hospital Délio de Oliveira Tupinambá, em Pacaraima, registrou 3.534 atendimentos à venezuelanos em 2016, e 2.968 até agosto de 2017. O ministro da Saúde, Ricardo Barros, esteve nesse hospital e explicou que já houve um reforço de recursos do Governo Federal, mas é preciso que esses investimentos sejam bem aplicados.

“O hospital está reformado, equipado, tem 140 funcionários. Precisa aumentar a resolutividade, ou seja, ele precisa resolver mais lá os problemas e mandar menos pessoas para os hospitais de referência. Isso se dará através de um plano, que o nosso secretário de Atenção à Saúde já está desenvolvendo, qualificação das pessoas que estão lá. Especialmente malária e partos podem ser resolvidos lá com absoluta segurança utilizando o quadro de pessoal que já temos”.

LOC DÉBORA: E, na prática Edmar, esse plano orienta, amplia e qualifica a assistência na atenção básica e hospitalar e de vigilância em saúde, além de definir os responsáveis pela assistência no estado. Dentre as medidas, está a produção de materiais em português e espanhol, com informações sobre acesso e cuidados de doenças prioritárias e agravos de saúde. Também será feito, entre outras ações, o estímulo à vacinação, principalmente nas pessoas que vieram de outros países e estão vivendo na rua.E para finalizar o nosso programa de hoje, vamos falar a respeito do Haiti, país que sofreu uma grande devastação em toda sua estrutura por conta de um terremoto em 2010. De lá pra cá o Brasil tem promovido ações de ajuda para reconstrução das unidades de saúde locais. E quem nos conta um pouco mais sobre isso é a repórter Luiza Tiné. Diga lá!

LOC LUIZA: Débora, o Brasil foi o primeiro país a oferecer apoio financeiro ao Haiti, logo depois do terremoto. E nessa semana um novo acordo foi firmado pelo ministro da Saúde do Brasil, Ricardo Barros, e a ministra da Saúde Pública e da População do Haiti, Marie Clément. O projeto começou no ano passado e tem duração prevista até 2020. Ao todo, serão investidos U$ 20 milhões de dólares do governo brasileiro para fortalecer as ações de saúde, de urgência e emergência e gestão hospitalar. Segundo o ministro Ricardo Barros, o Governo Brasileiro está empenhado para ajudar esse país.

“Nós queremos ampliar essa cooperação, temos recursos disponíveis para poder colaborar no funcionamento dessas estruturas de saúde. Estou determinando à nossa equipe técnica que dediquem o estudo de financiamento do funcionamento de unidades hospitalares aqui no Haiti. Os recursos poderão ser disponíveis para o custeio dessas unidades de saúde, que nós querermos cooperar para que sirva melhor à população do Haiti”.

LOC LUIZA: Em agosto de 2017, o Ministério da Saúde do Brasil criou o Grupo de Trabalho (GT) para gerenciar as ações do projeto que dará continuidade à manutenção dos Hospitais Comunitários de Referência.

LOC DÉBORA: Muito obrigado pelas informações Luiza. E agora chegou o momento de nos despedirmos e encerrar o programa desta semana. Obrigado a você que nos acompanhou em mais esta edição do Boletim da Saúde. Lembrando que para continuar acompanhando essas e outras notícias do Ministério da Saúde basta acessar o portal saúde.gov.br e as nossas redes sociais: facebook.com/minsaude e pelo twitter, @minsaude. Até o próximo programa, Edmar!

LOC EDMAR: Valeu, Débora, até o próximo boletim! E uma ótima semana para você e para todos os ouvintes que acompanham as ações do Ministério da Saúde pelo Brasil.

ENCERRAMENTO: Boletim do Ministério da Saúde. Apresentação Débora Rocha e Edmar Soares. Reportagem Janary Damacena e Luiza Tiné. Trabalhos técnicos de Fabrício Lázaro e Ricardo Xavier. Realização Rede Nacional de Rádio e Ministério da Saúde.

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