TEC./SONORA: Pedro Navarro, técnico do Programa de Controle da Tuberculose da Secretaria de Saúde de Belo Horizonte.
“É importante destacar que várias doenças causam a tosse, mas uma tosse por três ou mais semanas, nós temos que ficar bem atentos e pensar na possibilidade dessa pessoa estar com tuberculose. Então, passou de 21 dias, de três semanas, a pessoa tem que procurar um centro de saúde para fazer o exame e investigar a possibilidade de estar doente ou não com a tuberculose.”
TEC/SONORA: Edinei Guimarães, pneumologista do Hospital Júlia Kubitschek.
“Na verdade, no tratamento da tuberculose, a doença é transmissível por via respiratória. Então, é através da tosse que ele expele as bactérias naquele ar do ambiente. Então, não tem que separar roupa de cama, não tem que separar utensílios, por exemplo, talheres, não tem que separar toalha da pessoa, nada disso. O que precisa é o ambiente em que ela vive ser um ambiente arejado, com iluminação solar adequado e o tratamento ser iniciado logo.”
TEC/SONORA: Pedro Navarro, técnico do Programa de Controle da Tuberculose da Secretaria de Saúde de Belo Horizonte.
“A gente tem um programa importante que visa, justamente, estudar os motivos que levam as pessoas a abandonar o tratamento antes dos seis meses, que é o previsto, e também criar estratégias para que isso não aconteça. Então, é um projeto grande, de desenvolvimento na cidade, com o apoio do Ministério da Saúde e com a Universidade Federal de Minas Gerais.”
TEC/SONORA: Fabiano Gouvêa, paciente.
“Eu procurei me informar, procurei saber da situação cabível, o que eu tinha que fazer. Igual minha mãe, que ficou mais preocupada, procurei aí informar pra ela a situação, o que aconteceu, o que os médicos e as pessoas me passaram sobre a doença. Então, procurei informar minha família também. As pessoas também não tiveram preconceito, sempre tiveram do meu lado, tendo me ajudado, me apoiando, não ter tido (sic) discriminação, foi bom.”